quarta-feira, 20 de março de 2013

Como a Copa vai obrigar o país a enfrentar seus problemas

http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/como-a-copa-vai-obrigar-o-pais-a-enfrentar-seus-problemas


Fórum promovido pela revista Exame discute as oportunidades de 2014. E até Nizan, da campanha 'imagina a festa', prevê um choque benéfico de realidade

Giancarlo Lepiani
Ronaldo aparece como uma versão brasileira do Tio Sam na campanha da Brahma que condena o pessimismo em relação à Copa. A AmBev é uma das parceiras comerciais do evento
Ronaldo aparece como uma versão brasileira do Tio Sam na campanha da Brahma que condena o pessimismo em relação à Copa. A AmBev é uma das parceiras comerciais do evento (Reprodução)
"Será a hora H das nossas deficiências . Os problemas serão muito benéficos. A Copa dará ao país uma nova urgência", disse Nizan Guanaes"A Copa do Mundo deverá ser uma combinação entre nossa capacidade de fazer e nossa disposição em aprender", afirmou Aldo Rebelo
Faltando apenas um ano e meio para a Copa do Mundo, o país já começou a adequar suas expectativas em relação ao evento. Convencidos de que não serão capazes de fazer um Mundial irretocável - em função, por exemplo, dos avanços tímidos em áreas como mobilidade urbana e infraestrutura aeroportuária -, os brasileiros agora trabalham nas poucas soluções que ainda podem ser perseguidas a tempo de melhorar a recepção aos visitantes em 2014. Dentro desse contexto, os tropeços, dados como inevitáveis, ganham uma importância maior que os êxitos - e fazem das oportunidades perdidas pelo país desde 2007, quando foi confirmado pela Fifa como sede do evento, uma herança até mais importante que as melhorias concretas que o Mundial trará. "O grande legado da Copa será a insatisfação que ela vai provocar no país. Não podemos mais fugir de discutir nossos problemas", afirma o publicitário Nizan Guanaes, chairman do Grupo ABC. Ele foi um dos participantes do fórum promovido pela revista Exame, da Editora Abril, que também publica VEJA, para discutir o que o país vai ganhar com o Mundial, na segunda-feira, em São Paulo.
Nizan é um dos responsáveis pela campanha publicitária que faz referência ao pessimismo do brasileiro em relação à Copa - a versão da cerveja Brahma transforma o "imagina na Copa" em "imagina a festa". Nos anúncios da marca, o Mundial de 2014 é retratado de maneira ufanista, como uma enorme celebração em que tudo dá certo. O publicitário, no entanto, é muito mais cético que o tom das propagandas, reconhecendo que a Copa terá, sim, muitas falhas. "Não vamos resolver tudo. A Copa do Brasil não será a Copa da Alemanha. Vamos fazer do nosso jeito", prevê. "Temos tudo para ganhar pontos nos quesitos em que somos fortes. Há coisas que nós fazemos melhor que os outros e que serão vistas por todos. Mas vai faltar força de trabalho qualificada, por exemplo. Em resumo, não há motivo nem para arrogância nem para derrotismo." De acordo com Nizan, o Mundial marcará o momento em que o país ficará frente a frente com suas maiores dificuldades e não terá como fugir dessa realidade. "Será a hora H das nossas deficiências. As falhas e os problemas serão muito benéficos. O melhor dessa Copa é que ela vai colocar o país em comparação com o mundo. O Brasil estava concorrendo com ele mesmo e ganhou, pois o Brasil de hoje é claramente melhor que o Brasil do passado. A Copa dará ao país uma nova urgência."

Apontado por Nizan Guanaes como um provável ponto negativo do país em 2014, o setor de prestação de serviços também é visto com preocupação por outros participantes do encontro. "Nossa área de serviços é amadorística. Dá tempo de melhorar para a Copa, mas precisa ter investimento e vontade", disse Marcos Nicolas, diretor-executivo da Ernst & Young Terco. "Copa é muito mais que estádio. Devemos incentivar um 'choque de Copa' aqui no país. É indispensável ser profissional e copiar os bons exemplos." Assim como Nizan, o executivo diz que o ufanismo é negativo e defende que o Brasil aproveite 2014 para encarar de vez seus problemas. "Otimismo sem inteligência para justificá-lo é ignorância. A gente precisa saber o que nos causa medo e transformar isso em oportunidades." Nicolas citou o número relativamente baixo de brasileiros que dominam outros idiomas como um dos aspectos em que é possível aproveitar a chance e evoluir. Roland de Bonadona, diretor-geral da Accor na América Latina, concorda. "Encerrada a Copa, teremos uma capacidade bem maior de receber as pessoas que falam outras línguas." O executivo admite, porém, que no decorrer do evento isso deve ser um obstáculo ao visitante - tanto que a gigante da hotelaria estuda trazer funcionários de outros países para reforçar suas equipes em 2014. Ainda assim, ele acha que o Brasil ganhará uma projeção positiva. "Temos de incentivar o turista a espalhar lá fora o que ele verá e conhecerá aqui."
Marcelo Spatafora
Aldo Rebelo, ministro do Esporte, no fórum promovido pela revista Exame para discutir a Copa de 2014
Aldo no fórum da Exame: 'Copa não tem segredo'
'Otimismo crítico' - Para o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o setor privado entendeu bem o que é possível conseguir graças à Copa. Em sua palestra no fórum da Exame, o homem de confiança da presidente Dilma Rousseff nos preparativos para 2014 concordou com os alertas feitos pelos executivos e negou que o governo esteja encarando o evento com uma dose exagerada de otimismo. "Vejo tudo com realismo. Ou melhor, com um otimismo crítico", afirmou, prevendo que o país fará uma Copa "à altura das expectativas". "Nossas estradas e aeroportos estarão perfeitos como os da Alemanha na Copa de 2006 ou de Londres na Olimpíada de 2012? Não. Mas não haverá nenhum problema que inviabilize o evento. A Copa não tem segredo", garantiu. Assim como Nizan Guanaes, o ministro destaca a rara chance que o país terá de dar um salto qualitativo. "Não podemos deixar de aproveitar uma oportunidade como essa para enfrentar dois desafios: melhorar nossa capacidade nas áreas em que já somos bons e superar as deficiências onde ainda não sabemos fazer direito. Ou seja, a Copa deverá ser uma combinação entre nossa capacidade de fazer e nossa disposição em aprender."

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Apresentação - Plano de Produto

                A criatividade tomou conta dos alunos da turma 2012.2, pois para compor a nota da II Unidade da disciplina de Administração Mercadológica, foi desenvolvido um trabalho de elaboração de produtos/serviços e junto o plano de marketing. Esta atividade ocorreu no dia 13 de dezembro de 2012, no Auditório do Campus Caruaru da UPE.


































quinta-feira, 29 de novembro de 2012


10 tendências de consumo cruciais para 2013

Conheça o fast-food financiado pela clientela, aplicativos com receitas médicas e o mergulho dos consumidores em produtos e serviços antes do lançamento

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Esporte como entretenimento: força estratégica para as marcas


O fato de sediar uma Copa do Mundo coloca o esporte em geral e mais especificamente o futebol em evidência por longos anos


Por Fernando Trevisan, Administradores.com
Esporte e entretenimento sempre andaram de mãos dadas, mas nunca estiveram tão juntos quanto agora. As tecnologias digitais e a evolução das instalações colocam o produto esportivo em um novo patamar e permitem ao público intensificar a sua experiência de consumo. O resultado é a amplitude cada vez maior da cobertura da mídia: o Superbowl 2011, finalíssima do campeonato de futebol americano, atraiu uma audiência média recorde de 111 milhões de pessoas para um evento que vai muito além do jogo propriamente dito. 
Mas nada se compara aos números relacionados aos megaeventos esportivos: quase metade da população global acompanhou a Copa do Mundo de 2010 pela televisão, e as Olimpíadas de Londres, a primeira a ser transmitida em alta definição e em 3D, além de poder ser acompanhada quase que integralmente pela web, atingiu uma audiência global de 4,8 bilhões. Como sede dos dois maiores eventos do planeta nos próximos quatro anos, abre-se no Brasil uma série de oportunidades inéditas para as marcas vinculadas ao esporte.
No caso específico da Copa do Mundo, atrelar a marca ao evento significa falar diretamente com 3,5 bilhões de fãs do esporte mais popular do planeta. Não é por acaso que a Fifa arrecadou US$ 2,4 bilhões somente com a venda dos direitos de transmissão da última edição, que foi acompanhada em cada um dos países e territórios do globo, nas mais diversas plataformas e formatos: televisão, rádio, celular, banda larga, alta definição e 3D. 


Imagem: Thinkstock

A relevância do evento pode também ser medida pelos valores investidos pelos patrocinadores para terem o direito de utilizar a marca Copa do Mundo nas suas ações de marketing: de 2007 a 2010, a receita da Fifa com este item foi de mais de US$ 1 bilhão. Assim, os 18 patrocinadores atuais da entidade e do evento têm uma oportunidade ímpar de exposição global das suas marcas e de se relacionar com uma base imensa de potenciais consumidores. Mas e o restante do mercado, como pode aproveitar o impacto de um evento dessa magnitude no País?

O fato de sediar uma Copa do Mundo coloca o esporte em geral e mais especificamente o futebol em evidência por longos anos. Mesmo no Brasil, em que o futebol já desperta o interesse de 57% dos jovens segundo pesquisa recente da Olympikus feita pelo Datafolha, o aumento da exposição da modalidade na mídia por conta do evento em 2014 pode significar um salto ainda maior nesse interesse. Daí que as marcas que se associam ao futebol tendem a colher os frutos desse crescimento.
Além disso, é inegável que as exigências do organizador do evento, em que pesem em alguns casos serem bastante conflitantes com os interesses da nação, funcionam em linhas gerais como um novo padrão de referência e profissionalismo para o futebol brasileiro. Em primeiro lugar, a proteção que a entidade oferece a seus patrocinadores é seguramente uma das mais rigorosas e eficientes do planeta. O trabalho constante de evitar o chamado marketing de emboscada serve de exemplo para qualquer entidade esportiva brasileira que deseje aumentar o retorno de seus patrocinadores. E um outro grande benefício diz respeito às novas arenas multiuso que estão sendo construídas e reformadas segundo os mais altos padrões de conforto, segurança e qualidade mundial. O trabalho de adequação dos doze estádios que serão sedes da Copa em 2014 gera também um efeito multiplicador interessante e outros projetos próprios já têm aparecido, como as novas arenas do Palmeiras e do Grêmio. Isso significa que de teremos em um curto espaço de tempo ao menos 700 mil lugares disponíveis nestes novos ambientes, com possibilidade de utilização não só para o futebol, mas também para uma série de outras atividades esportivas, de lazer ou de negócios. Abre-se então um novo campo de atuação das marcas que investem no futebol, tanto em termos de possibilidades de ativação de seus patrocínios, quanto de estratégias de relacionamento e hospitalidade nos centenas de camarotes e business seats que passarão a ser oferecidos.
Ao se aproximar do conceito de entretenimento, o esporte passa a participar de uma indústria que deve movimentar mais de US$ 2 trilhões em 2016. O aumento da renda per capita das famílias brasileiras, que cresceu 23,5% de 2001 a 2009, significa mais dinheiro disponível no orçamento para gastos com entretenimento e lazer. A Copa do Mundo de futebol pode ser um grande catalisador desse movimento no esporte nacional e contribuir para torná-lo definitivamente uma opção de lazer para a família brasileira e de estratégia mercadológica para as empresas do País.
Fernando Trevisan - Pesquisador e consultor da Trevisan Gestão do Esporte e diretor da Trevisan Escola de Negócios 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Sucesso na Ação Educativa "Consumo Consciente - Compre essa ideia"

A Ação Educativa "Consumo Consciente - Compre essa ideia!" superou todas as expectativas. Grande parte dos consumidores abordados identificaram-se com as situações expressas, de uma maneira criativa , nas Cartilhas e receberam com entusiasmo todas as orientações dos alunos participantes.






    Confira todas as imagens e detalhes sobre essa Ação no link:               http://admercadologicaupe.blogspot.com.br/p/acao-de-educacao-para-o-consumo.html

domingo, 14 de outubro de 2012

Convite: Ação de Educação para o Consumo Consciente


Cartilha das Crianças

A PROTESTE Associação Brasileira de Defesa do Consumidor  lançou no último dia, 5,  a Cartilha das Crianças.


Cartilha das Crianças da PROTESTE





Publicação on-line destaca direitos e dá dicas para a compra dos brinquedos.
Má qualidade do ensino público e privado, propaganda com estímulo ao consumismo, alcoolismo
precoce, alimentação fast food e bullying (violência física ou psicológica) são alguns dos principais 
desafios ao desenvolvimento integral de 60 milhões crianças e adolescentes. São temas que ganham 
evidência neste dia 12 de outubro, em que se homenageiam as crianças no Brasil. Para ampliar o grau 
de informação de pais e responsáveis, a PROTESTE Associação de Consumidores  está lançando uma 
cartilha com os direitos dos cidadãos de até 12 anos. 
A Cartilha das Crianças aborda legislação, educação, sustentabilidade, diversão, nutrição e viagens.
Também destaca situações para as quais pais e responsáveis prestar atenção especial, como o uso de 
álcool líquido, que tem provocado graves acidentes e lesões; brinquedos que machucam as crianças;
uso de carrinhos de bebê e de cadeirinhas de alimentação; menores que têm acesso a celular e Internet; 
o sentido educativo da mesada, e a necessidade uma lei federal que padronize a segurança em parques 
de diversões.
“Não é mais possível tratar crianças como adultos pequenos, submetidas aos mesmos níveis e tipos de 
propaganda e riscos à saúde e segurança”, afirma Maria Inês Dolci, coordenadora-institucional da 
PROTESTE, maior associação particular de defesa dos direitos do consumidor da América Latina,
com quase 300 mil associados em todo o país.
Como realiza testes comparativos de produtos e de serviços, a PROTESTE recolheu, em mais de
uma década, preciosas indicações sobre precauções com relação a brinquedos, contratos nos ensinos 
fundamental e médio, compra de material escolar, mochilas e transporte escolar.
Um dos focos da cartilha é a segurança veicular no transporte de menores de 12 anos, com o uso do
cinto de segurança , em veículos dotados de air bag, freios ABS e com acessórios como bebê-conforto, 
cadeirinhas de segurança, booster (assento de elevação). Até a cadeirinha de refeição e carrinhos de 
bebê devem obedecer a normas técnicas para evitar acidentes e ferimentos.
São abordados, também, temas como obesidade, alcoolismo, uso de telefone celular e acesso à 
Internet. “É um guia prático, com foco na legislação, principalmente no Estatuto da Criança e do 
Adolescente e no CDC. Não pretendemos ensinar pais a cuidar de seus filhos, mas oferecemos 
informações atualizadas para contribuir com esta difícil, fundamental e nobre missão”, destaca Dolci.

 Veja algumas das dicas para acertar na compra de brinquedos:
• Atenção à faixa etária ou idade a que se destine;
• Procure a identificação do fabricante (nome,CGC, endereço);
• Número de peças e regras de montagem, se for o caso, escritas de forma clara, em
português e com ilustrações;
• Atenção à eventuais riscos que possa causar à criança;
•  Veja se tem o selo de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e 
Qualidade Industrial), bem com o de um órgão credenciado para testar sua qualidade
(IQB, Falcão Bauer).
• Não compre por impulso. Nem sempre produtos “da moda” são os mais adequados.
• Toda vez que for possível, deixe que a criança manuseie o brinquedo antes de comprá-lo e veja se é
seguro.
• Brinquedos educativos podem ser boas opções, pois além do divertimento apoiam o desenvolvimento 
e a educação. São fabricados sob supervisão de especialistas em educação, como psicólogos e
pedagogos, e valorizam o trabalho de artesãos. Os brinquedos refletem linhas e escolas pedagógicas e 
são desenvolvidos para potencializar a inteligência. Mais do que diversão e entretenimento, podem dar 
às crianças um impulso no aprendizado. As crianças muito pequenas gostam de tocar, pôr na boca e 
experimentar os objetos que lhes são dados. Apesar de nem todos os defeitos serem visíveis, os pais 
podem ter um papel preventivo ao serem exigentes na escolha.
 Atenção a alguns aspectos que aumentarão a segurança dos brinquedos:
• Ruídos excessivos podem causar sérios danos à audição dos pequenos. Com cheiro e forma que 
imitem alimentos podem levar a criança a engoli-los. De tecidos devem ser laváveis, com instruções de
uso e etiqueta indicando sua composição.
•Não compre os compostos por materiais que se quebrem facilmente, ou que tenham cordões longos
que possam ser enrolados no pescoço, cantos pontiagudos ou afiados. Nem bichos de pelúcia com 
o pelo muito comprido e que se solte facilmente, pois poderão causar alergias. Pelo mesmo motivo,
não encha o quarto do bebê de bichos de pelúcia, que acumulam pó.
•Não deixe que seu filho menor mexa com produtos de crianças maiores, como jogos de botão ou bolas 
de gude.
• Verifique as costuras dos bonecos, para garantir que o enchimento não se soltará facilmente. Também 
se os olhos dos bichinhos de pelúcia estão firmemente pregados, para evitar que sejam engolidos.
• Brinquedos para menores de três anos não devem ter peças muito pequenas, que possam ser engolidas
ou aspiradas.
•Embalagens não podem conter grampos, pregos ou parafusos e os sacos plásticos têm ser descartados 
rapidamente, para evitar sufocamento.
• Revise periodicamente os brinquedos da casa para jogar fora os que tenham defeitos e que possam 
se tornar perigosos.
• Fique por perto quando seu filho brincar com balões de látex (bexigas). Quando estourados, eles viram 
pedaços que podem ser levados à boca.
• Evite comprar brinquedos com pilhas e baterias pequenas, pois podem ser retiradas e engolidas.
• Não deixe que a garotada se divirta com joguinhos com dardos, flechas e projéteis, pois são capazes de 
ferir gravemente os olhos.
•Não compre itens que reproduzam comida: crianças muito pequenas tentarão comê-los.
• Cordas ou cabos também não são indicados para crianças, pois, acidentalmente, poderão enrolá-los no
pescoço com força.
• Se o seu filho for menor de 10 anos, não o presenteie com brinquedos que simulem 
experiências químicas. Ele pode ingerir as substâncias do “minilaboratório”.
• Evite os andadores, pois podem tombar e fazer a criança bater a cabeça no chão. Segundo estudo 
realizado pela PROTESTE e pela Associação Médica Brasileira, em São Paulo, a maioria das vítimas de 
acidentes com brinquedos tem cinco anos ou menos.