sábado, 14 de dezembro de 2013

Apresentação Plano de Produto/ Marketing 2013.2

Foi desenvolvido pelos alunos da turma 2013.2 trabalho de criação de produto/serviço  junto a elaboração do  plano de marketing, os quais tiveram como base o tema  "Mobilidade Urbana" para desenvolverem seus trabalhos. A apresentação do plano de produto aconteceu no dia 05 de Novembro 2013 no  Campus Caruaru- UPE.  







domingo, 20 de outubro de 2013

Mobilidade urbana é desafio para as empresas

http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Claudio-Tieghi/noticia/2013/07/mobilidade-urbana-e-desafio-para-empresas.html

Os transportes têm grande impacto na economia e na qualidade de vida das pessoas e, quando problemáticos, custam caro à sociedade

Por Claudio Tieghi - 18/07/2013






As pautas levantadas nas ruas das grandes cidades brasileiras têm muita relação com o desenvolvimento sustentável da sociedade que tanto almejamos. Mais do que o aumento de centavos na tarifa do transporte público, o que está em questão é a mobilidade, um direito dos cidadãos.

Estamos vivendo hoje as consequências de políticas públicas equivocadas e da falta de planejamento para o desenvolvimento das cidades. Na década de 1950, a população brasileira urbanizada era da ordem de 36%. Atualmente, chega a 84,2%, e a previsão é alcançarmos 92,3% até 2050. Há, portanto, um grande desafio para que possamos promover o desenvolvimento dos negócios nas cidades buscando o equilíbrio entre os aspectos econômicos, a felicidade das pessoas e a harmonia com o meio ambiente.



As manifestações da sociedade nos lembram de que o Plano Nacional de Logística e Transportes e a Política Nacional de Mudança do Clima contemplam a redução de fretes por rodovias e o investimento em modais de transportes mais eficientes, do ponto de vista energético e ambiental. Além disso, prevê que o transporte ferroviário salte da atual marca de 25% para 32%, e o aquaviário, de 13% para 29% nos próximos 15 ou 20 anos. Se cumprirmos as propostas e as metas anunciadas, reduziremos a pegada ecológica da destruição dos produtos que chegam às cidades todos os dias, além, é claro, de contribuir com a mobilidade das pessoas, sem perder de vista a questão econômica. Tais mudanças necessariamente deverão contribuir para a redução dos custos de tais produtos de forma a beneficiar a todos.

Segundo a pesquisa “Sustentabilidade Aqui e Agora” realizada em 2010, o brasileiro deseja produtos e serviços que tenham a inovação como valor e a visão de um mundo mais sustentável como compromisso. As tarifas dos transportes brasileiros, a exemplo da cidade de São Paulo, estão entre as mais caras do mundo e seguem no sentido contrário dos anseios da sociedade.

A mobilidade urbana tem grande impacto na economia e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao Estado e à sociedade, em virtude das perdas que proporciona. As pequenas e as médias empresas podem e devem adotar práticas para evitar que seus funcionários apresentem sintomas como estresse e que a empresa perca produtividade. Para minimizar esse tipo de consequência, é cada vez mais frequente empresas adotarem horários flexíveis de entrada e saída, home office ao menos um dia por semana, incentivos para a utilização de transportes alternativos e também o hábito da carona coletiva.

Para os empreendedores, recomendo que encarem a mobilidade urbana, incluindo a logística de produtos e serviços, como um indicador de gestão com as seguintes variáveis: redução de custos, baixa emissão de carbono e felicidade das pessoas. Além disso, recomendo que identifiquem oportunidades de expansão dos negócios em comunidades já economicamente ativas e mais afastadas dos grandes centros. Ouvindo o recado da sociedade, de forma inovadora e comprometida com a sustentabilidade.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

3º Ciclo de debates


O próximo ciclo de debates acontecerá no dia 23 de outubro (quarta-feira) e terá como tema central Mobilidade urbana numa perspectiva crítica com o mediador Cedrick Cunha- Doutorando e pesquisador em mobilidade e sistemas tecnológicos. Inscrições no e-mail debatesemmobilidade@gmail.com 

2º Ciclo de Debates em Mobilidade








Aconteceu no dia 10 de outubro o 2º Ciclo de debates em Mobilidade no auditório da Universidade de Pernambuco Campus Caruaru, com o tema principal   Mídias sociais online e suas repercussões sobre representações de consumo com Mychelle Jacob – Profa. da Universidade de Pernambuco e Colaboradora da MENSCH. 

sábado, 28 de setembro de 2013

1º Ciclo de debates em Mobilidade



1º Ciclo de debates em Mobilidade com Daniel Finizola (Diretória de participação digital Prefeitura de Caruaru). 
O debate aconteceu no dia 25 de Setembro no auditório da UPE Campus Caruaru.




sexta-feira, 27 de setembro de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O futuro da mobilidade

http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/o-futuro-da-mobilidade/67448/


Muito mais amplo do que a própria Internet, a tecnologia móvel tende a se tornar a maior e principal revolução tecnológica do futuro próximo.Ao permitir que indivíduos e empresas se comuniquem a qualquer momento e em qualquer lugar, a mobilidade mudará a forma dos seres humanos interagirem entre si.


Sandro Gatto

Num futuro bem próximo, a mobilidade mudará a forma dos seres humanos e empresas interagirem, interferindo e alterando suas relações familiares, sociais, afetivas e pro ssionais
Uma pesquisa realizada pela revista americana "Time" com a Qualcomm mostra que quase seis em cada dez usuários (58%) usam o aparelho uma vez a cada 30 minutos. O levantamento revela ainda que mais da metade navega na internet usando os dispositivos ao menos 1 vez ao dia. Há 5 anos essa proporção não passava de 10%. Ainda sobre alguns números, as vendas de Tablets no Brasil cresceram 64% no segundo trimestre de 2012, enquanto no mesmo período a venda de Desktops e Notebooks cresceu apenas 2%.

As tecnologias móveis já estão acessíveis a todos, em especial, aos usuários corporativos. Cada vez mais as empresas precisam ter acesso, em tempo real, às aplicações corporativas que permitam as tomadas de decisão imediatas. Também existe a necessidade de interação com suas equipes de forma rápida e dinâmica. No segmento de saúde, por exemplo, já existem várias alternativas disponíveis e que podem ser utilizadas pelos profissionais da área, aumentando a eficácia e a produtividades dos hospitais. Outro mercado que vem se beneficiando dessa inovação é o comércio eletrônico.
Nesse contexto, muitas empresas já estão se antecipando às tendências e disponibilizando muitas soluções para atender essa demanda que já é crescente há algum tempo. Segundo uma outra recente pesquisa feita pela CISCO, ainda em 2012 teremos mais dispositivos móveis do que toda a população do planeta. Estamos falando aqui de 7 BILHÕES de pessoas... E não paramos nisso: em 2016 serão mais de 10 Bilhões de aparelhos conectados, confirmando a tese que teremos mais pessoas acessando a internet por um dispositivo móvel do que em um computador convencional. Temos aqui a clara indicação de quanto a humanidade se tornará dependente destes dispositivos.
Direcionando a questão para o mercado corporativo, temos um grande leque de itens que devem ser observados quando tratarmos desta evolução:
• Por quais áreas de negócios devemos começar?
• Que tipos de dispositivos precisaremos?
Quais aplicações serão mais funcionais?
• Quais os benefícios essas tecnologias podem trazer para as corporações?
• Quais as tecnologias mais adequadas para cada tipo de negócio?
• Quais as tecnologias mais promissoras e seus impactos no futuro ?
Diante desse complexo cenário, a evolução das soluções de mobilidade é transferida para um nível mais estratégico, totalmente ligado à questões como produtividade , competitividade e ferramentas de colaboração. Essa demanda deixa claro que um dos principais viabilizadores dessa evolução é a atenção que deve ser dada ao formato de implementação dessas soluções. Não podemos esquecer que um dos grandes motivos dos fracassos em algumas implementações de tecnologias nas empresas se deve ao fato delas investirem pouco tempo nas fases de análise.
De acordo com o exposto , uma boa implementação de um ambiente móvel deve considerar:
A possibilidade dos colaboradores se conectar às aplicações do negócio e estar sempre atualizados, em tempo real, em relação aos indicadores mais adequados às suas atividades. Sempre de forma simples e acessível.A permissão e o incentivo da utilização de ferramentas de colaboração, que permitam a interação entre colaboradores com o máximo de aproveitamento do capital intelectual acumulado individualmente.A possibilidade de captura e o compartilhamento da informação: além de permanentemente conectado, o colaborador móvel deve ter a oportunidade de usar a tecnologia para aplicações de coleta de dados e/ou visualização de cenários. As ferramentas de BI são um grande exemplo para esse item.A necessidade de pró-atividade no modelo de chegada da informação ao gestor ou usuário, evitando assim o trabalho de busca, esquecimentos e falta de tempo para acessá-las.
Ainda sobre os exemplos acima, devemos avaliar as mudanças que ocorreram nesses ambientes nos últimos anos. Antigamente, usuários de aplicações empresariais deveriam acessar os sistemas de informação, selecionar os relatórios e dados que precisavam ser analisados e só então poderiam imprimir ou visualizar esses cenários para as tomadas de decisão. Com a chegada da mobilidade, essas informações podem e devem ser disparadas automaticamente, de acordo com cada demanda seletiva, permitindo que os usuários recebam os dados nos formatos que mais se adequarem a cada tipo de trabalho: e-mail, SMS, anexos, gráficos, etc. Soma-se a isso o tempo cada vez mais escassos dos executivos para irem atrás das informações. Com as tecnologias disponíveis atualmente, são elas que devem chegar até eles, com cada periodicidade específica e determinada de forma personalizada por cada profissional.
Em mais uma pesquisa, dessa vez realizada pela Citrix nos BRICs, a popularização desses aparelhos fica bem notória: 44% dos entrevistados disseram que esses recursos ajudam nos seus negócios corporativos. Foram ouvidos 1.900 profissionais seniores de TI. Somente no Brasil, atingimos a impressionante marca de 5 milhões de usuários de Tablets. Há pouco mais de 1 ano esse número não passava de 220.000. Isso sem contar os 32 Milhões de Smartphones utilizados no país.
Para complementar o caso, ainda temos em curso uma nova mudança: Estamos saindo do paradigma do "personal computer" para a "personal cloud". As pessoas andam nas ruas com servidores nos bolsos e todas as informações estão armazenadas na nuvem.
Em resumo, devemos perceber e nos preparar para essa sutil mudança que vem ocorrendo no assunto em questão. Já estão evidenciados os caminhos que serão seguidos nesse tema e também os benefícios que serão oferecidos por essa nova tendência. A mobilidade veio para ficar e certamente contribuirá muito com o modelo pelo qual nos relacionaremos e nos comunicaremos num futuro não muito distante.