quinta-feira, 17 de outubro de 2013

2º Ciclo de Debates em Mobilidade








Aconteceu no dia 10 de outubro o 2º Ciclo de debates em Mobilidade no auditório da Universidade de Pernambuco Campus Caruaru, com o tema principal   Mídias sociais online e suas repercussões sobre representações de consumo com Mychelle Jacob – Profa. da Universidade de Pernambuco e Colaboradora da MENSCH. 

sábado, 28 de setembro de 2013

1º Ciclo de debates em Mobilidade



1º Ciclo de debates em Mobilidade com Daniel Finizola (Diretória de participação digital Prefeitura de Caruaru). 
O debate aconteceu no dia 25 de Setembro no auditório da UPE Campus Caruaru.




sexta-feira, 27 de setembro de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O futuro da mobilidade

http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/o-futuro-da-mobilidade/67448/


Muito mais amplo do que a própria Internet, a tecnologia móvel tende a se tornar a maior e principal revolução tecnológica do futuro próximo.Ao permitir que indivíduos e empresas se comuniquem a qualquer momento e em qualquer lugar, a mobilidade mudará a forma dos seres humanos interagirem entre si.


Sandro Gatto

Num futuro bem próximo, a mobilidade mudará a forma dos seres humanos e empresas interagirem, interferindo e alterando suas relações familiares, sociais, afetivas e pro ssionais
Uma pesquisa realizada pela revista americana "Time" com a Qualcomm mostra que quase seis em cada dez usuários (58%) usam o aparelho uma vez a cada 30 minutos. O levantamento revela ainda que mais da metade navega na internet usando os dispositivos ao menos 1 vez ao dia. Há 5 anos essa proporção não passava de 10%. Ainda sobre alguns números, as vendas de Tablets no Brasil cresceram 64% no segundo trimestre de 2012, enquanto no mesmo período a venda de Desktops e Notebooks cresceu apenas 2%.

As tecnologias móveis já estão acessíveis a todos, em especial, aos usuários corporativos. Cada vez mais as empresas precisam ter acesso, em tempo real, às aplicações corporativas que permitam as tomadas de decisão imediatas. Também existe a necessidade de interação com suas equipes de forma rápida e dinâmica. No segmento de saúde, por exemplo, já existem várias alternativas disponíveis e que podem ser utilizadas pelos profissionais da área, aumentando a eficácia e a produtividades dos hospitais. Outro mercado que vem se beneficiando dessa inovação é o comércio eletrônico.
Nesse contexto, muitas empresas já estão se antecipando às tendências e disponibilizando muitas soluções para atender essa demanda que já é crescente há algum tempo. Segundo uma outra recente pesquisa feita pela CISCO, ainda em 2012 teremos mais dispositivos móveis do que toda a população do planeta. Estamos falando aqui de 7 BILHÕES de pessoas... E não paramos nisso: em 2016 serão mais de 10 Bilhões de aparelhos conectados, confirmando a tese que teremos mais pessoas acessando a internet por um dispositivo móvel do que em um computador convencional. Temos aqui a clara indicação de quanto a humanidade se tornará dependente destes dispositivos.
Direcionando a questão para o mercado corporativo, temos um grande leque de itens que devem ser observados quando tratarmos desta evolução:
• Por quais áreas de negócios devemos começar?
• Que tipos de dispositivos precisaremos?
Quais aplicações serão mais funcionais?
• Quais os benefícios essas tecnologias podem trazer para as corporações?
• Quais as tecnologias mais adequadas para cada tipo de negócio?
• Quais as tecnologias mais promissoras e seus impactos no futuro ?
Diante desse complexo cenário, a evolução das soluções de mobilidade é transferida para um nível mais estratégico, totalmente ligado à questões como produtividade , competitividade e ferramentas de colaboração. Essa demanda deixa claro que um dos principais viabilizadores dessa evolução é a atenção que deve ser dada ao formato de implementação dessas soluções. Não podemos esquecer que um dos grandes motivos dos fracassos em algumas implementações de tecnologias nas empresas se deve ao fato delas investirem pouco tempo nas fases de análise.
De acordo com o exposto , uma boa implementação de um ambiente móvel deve considerar:
A possibilidade dos colaboradores se conectar às aplicações do negócio e estar sempre atualizados, em tempo real, em relação aos indicadores mais adequados às suas atividades. Sempre de forma simples e acessível.A permissão e o incentivo da utilização de ferramentas de colaboração, que permitam a interação entre colaboradores com o máximo de aproveitamento do capital intelectual acumulado individualmente.A possibilidade de captura e o compartilhamento da informação: além de permanentemente conectado, o colaborador móvel deve ter a oportunidade de usar a tecnologia para aplicações de coleta de dados e/ou visualização de cenários. As ferramentas de BI são um grande exemplo para esse item.A necessidade de pró-atividade no modelo de chegada da informação ao gestor ou usuário, evitando assim o trabalho de busca, esquecimentos e falta de tempo para acessá-las.
Ainda sobre os exemplos acima, devemos avaliar as mudanças que ocorreram nesses ambientes nos últimos anos. Antigamente, usuários de aplicações empresariais deveriam acessar os sistemas de informação, selecionar os relatórios e dados que precisavam ser analisados e só então poderiam imprimir ou visualizar esses cenários para as tomadas de decisão. Com a chegada da mobilidade, essas informações podem e devem ser disparadas automaticamente, de acordo com cada demanda seletiva, permitindo que os usuários recebam os dados nos formatos que mais se adequarem a cada tipo de trabalho: e-mail, SMS, anexos, gráficos, etc. Soma-se a isso o tempo cada vez mais escassos dos executivos para irem atrás das informações. Com as tecnologias disponíveis atualmente, são elas que devem chegar até eles, com cada periodicidade específica e determinada de forma personalizada por cada profissional.
Em mais uma pesquisa, dessa vez realizada pela Citrix nos BRICs, a popularização desses aparelhos fica bem notória: 44% dos entrevistados disseram que esses recursos ajudam nos seus negócios corporativos. Foram ouvidos 1.900 profissionais seniores de TI. Somente no Brasil, atingimos a impressionante marca de 5 milhões de usuários de Tablets. Há pouco mais de 1 ano esse número não passava de 220.000. Isso sem contar os 32 Milhões de Smartphones utilizados no país.
Para complementar o caso, ainda temos em curso uma nova mudança: Estamos saindo do paradigma do "personal computer" para a "personal cloud". As pessoas andam nas ruas com servidores nos bolsos e todas as informações estão armazenadas na nuvem.
Em resumo, devemos perceber e nos preparar para essa sutil mudança que vem ocorrendo no assunto em questão. Já estão evidenciados os caminhos que serão seguidos nesse tema e também os benefícios que serão oferecidos por essa nova tendência. A mobilidade veio para ficar e certamente contribuirá muito com o modelo pelo qual nos relacionaremos e nos comunicaremos num futuro não muito distante.

Apresentação do Plano de Produto 2013.1

Foi desenvolvido pelos alunos da turma 2013.1 trabalho de criação de produto/serviço  junto a elaboração do  plano de marketing, os quais tiveram como base o tema  "Mobilidade Urbana" para desenvolverem seus trabalhos. A apresentação do plano de produto aconteceu no dia 20 de junho 2013 no auditório Campus Caruaru- UPE.  









terça-feira, 18 de junho de 2013

Falta de estrutura do Recife vira destaque na imprensa nacional e internacional

http://migre.me/f4HEX


Em publicações tradicionais brasileiras como o Estadão/SP, os problemas identificados no metrô, nos ônibus e no entorno da Arena foram destaque, assim como a sujeira, lama e falta de comida e bebida nos bares

Publicado em 17/06/2013, às 15h35

Do JC Online

BBC de Londres destacou o caos no primeiro jogo da Copa das Confederações da Arena Pernambuco / Foto: Reprodução/BBC

BBC de Londres destacou o caos no primeiro jogo da Copa das Confederações da Arena Pernambuco

Foto: Reprodução/BBC

Não foi só a imprensa e o torcedor pernambucana que reclamaram da bagunça generalizada presenciada neste domingo (16) na Arena Pernambuco, para o jogo entre Espanha x Uruguai, pela Copa das Confederações. 

Basta fazer uma rápida pesquisa na internet para constatar que os principais veículos de comunicação do Brasil e do mundo teceram duras críticas ao esquema montado para receber os torcedores. 
Em publicações tradicionais brasileiras como oEstadão/SP, os problemas identificados no metrô, nos ônibus e no entorno da Arena foram destaque, assim como a sujeira, lama e falta de comida e bebida nos bares. Lance!UolFolha de São PauloZero Hora entre outros, também destacaram o caos na capital pernambucana. Já naRevista Placar, especializada em esportes, a manchete foi taxativa: "Brasil e Recife estão longe de saber organizar uma Copa do Mundo".
Mas a vergonha que Pernambuco passou após a primeira partida da Copa das Confederações extrapolou as fronteiras brasileiras. A BBC, de Londres, um dos principais veículos de comunicação do mundo, também fez muitas críticas à organização do evento em seu site - "Torcedores enfrentam maratona para chegar à Arena Pernambuco".
Após a chuva de críticas, o secretário-extraordinário da Copa, Ricardo Leitão culpou CBTU e Fifa por problemas no acesso e na saída da Arena Pernambuco.
O fato é que a Secopa terá pouco mais de 48 horas para tentar remediar o que parece irremediável. O próximo jogo na Arena é nesta quarta-feira (19), entre Itália x Japão, às 19h.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A força do conteúdo colaborativo

http://www.ideiademarketing.com.br/2013/05/20/a-forca-do-conteudo-colaborativo/

A mídia não é mais propriedade exclusiva dos meios oficiais. Muito pelo contrário, a população é convocada a participar da construção da notícia e cada vez mais os veículos estão abrindo espaço para esse tipo de colaboração.
Como ignorar esse momento tão rico em produção de conteúdo que estamos vivendo? Produzir conteúdo nunca esteve tão acessível e ao mesmo tempo tão complexo. Cada vez mais nos informamos por meio das mídias sociais, através do comentário de amigos e compartilhamento de conteúdo. A colaboração faz a notícia de forma cada vez mais veloz, e assim os meios de imprensa tradicionais estão ficando para trás.
Um bom exemplo recente que ilustra essa questão da colaboração foi o atentado à maratona de Boston, nos Estados Unidos. O episódio aconteceu no dia 15 de abril, matou três pessoas e deixou mais de 250 feridos. Todos os presentes no local que tiraram fotos do evento, foram mobilizados para colaborar na investigação dos suspeitos. Em questão de horas o governo americano tinha em mãos um material riquíssimo que foi fundamental na resolução do crime. A questão que quero analisar aqui é que o conteúdo colaborativo já é um aliado da imprensa na cobertura de eventos há muito tempo, mas não me lembro de um caso dessa natureza ter sido resolvido tão rápido, e ainda com apoio da informação colaborativa.

A mídia não é mais propriedade exclusiva dos meios oficiais. Muito pelo contrário, a população é convocada a participar da construção da notícia e cada vez mais os veículos estão abrindo espaço para esse tipo de colaboração. Paralelo a esse cenário colaborativo temos a produção de informação independente, que se espalha rapidamente nas redes sociais e que mostra opiniões diferentes daquela que a imprensa oficial quer passar. Melhor ou pior? Simplesmente independente!
O fantástico desse tipo de informação é a forma como ela é construída. Cada participante do fato vai colocando ali o seu pedacinho e no final o que temos é uma história tecida a partir de pequenas informações, comentários e pontos de vistas.
A interatividade é uma demanda social e não apenas das novas gerações. Está cada vez mais difícil ficar assistindo passivamente uma notícia na televisão quando temos um universo de histórias paralelas sobre o mesmo fato correndo nas mídias sociais. Vídeos, fotos, relatos, fazem da informação uma história sem fim na internet porque sempre vão existir pessoas replicando, comentando e acrescentando algo novo.
A questão que fica é o que os veículos de comunicação e as empresas vão fazer diante dessa realidade. Ignorar um movimento tão rico, ou tentar calar milhares de vozes por medo, não é e nunca será a atitude mais inteligente.