Por Dorvalino Furtado Filho - 20/02/2014
"As empresas públicas estão
submetidas a intensos desafios pelas fortes e rápidas mudanças advindas
da inevitável transição de sociedade industrial para uma sociedade de
informação, o que torna ainda mais prementes as modificações nas suas
estruturas a fim de atender demandas diárias e prioritárias para a
imagem institucional. Já é realidade que não há uma consciência forte do
cidadão-contribuinte, que, aliás, deveria fiscalizar mais a aplicação
dos recursos públicos.
Nesse contexto, o conceito de marketing público ajuda os poderes e se sustenta na programação de uso de seus instrumentos, considerando sempre que a legitimidade da administração pública em comunicação e marketing depende do atendimento das necessidades e dos desejos da sociedade. Caso contrário, se abre um espaço, que já é comum, para o questionamento da razão de ser do próprio governo ou de suas instituições no país.
Por outro lado, a comunicação e/ou marketing de instituições do governo devem ser sistematizadas a fim de que cada projeto tenha linguagem e identidade próprias. Assim, um plano de comunicação e marketing público precisa agregar uma marca ou um traço fundamental que desenhe de maneira transparente e com bases morais os contornos de suas ações primordiais e necessárias.
Pode-se dizer, portanto, que na democracia as gestões dependem grandemente da eficiência de uma propaganda política muito bem projetada e, sobretudo, honesta pelos meios de comunicação. Que cumpram esse papel preponderante, sempre com a convicção filosófica de que é preciso vender o "chiado da fritura e não o bife". Os administradores e legisladores que optarem pela inovação na comunicação pública — começando pela extrema valorização da cultura – já começam a mostrar a verdadeira identidade ao dar o primeiro passo para um diferencial."
Nesse contexto, o conceito de marketing público ajuda os poderes e se sustenta na programação de uso de seus instrumentos, considerando sempre que a legitimidade da administração pública em comunicação e marketing depende do atendimento das necessidades e dos desejos da sociedade. Caso contrário, se abre um espaço, que já é comum, para o questionamento da razão de ser do próprio governo ou de suas instituições no país.
Por outro lado, a comunicação e/ou marketing de instituições do governo devem ser sistematizadas a fim de que cada projeto tenha linguagem e identidade próprias. Assim, um plano de comunicação e marketing público precisa agregar uma marca ou um traço fundamental que desenhe de maneira transparente e com bases morais os contornos de suas ações primordiais e necessárias.
Pode-se dizer, portanto, que na democracia as gestões dependem grandemente da eficiência de uma propaganda política muito bem projetada e, sobretudo, honesta pelos meios de comunicação. Que cumpram esse papel preponderante, sempre com a convicção filosófica de que é preciso vender o "chiado da fritura e não o bife". Os administradores e legisladores que optarem pela inovação na comunicação pública — começando pela extrema valorização da cultura – já começam a mostrar a verdadeira identidade ao dar o primeiro passo para um diferencial."