Foi desenvolvido pelos alunos da turma 2013.1 trabalho de criação de produto/serviço junto a elaboração do plano de marketing, os quais tiveram como base o tema "Mobilidade Urbana" para desenvolverem seus trabalhos. A apresentação do plano de produto aconteceu no dia 20 de junho 2013 no auditório Campus Caruaru- UPE.
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Falta de estrutura do Recife vira destaque na imprensa nacional e internacional
http://migre.me/f4HEX
Em publicações tradicionais brasileiras como o Estadão/SP, os problemas identificados no metrô, nos ônibus e no entorno da Arena foram destaque, assim como a sujeira, lama e falta de comida e bebida nos bares
Publicado em 17/06/2013, às 15h35
Do JC Online
BBC de Londres destacou o caos no primeiro jogo da Copa das Confederações da Arena Pernambuco
Foto: Reprodução/BBC
Não foi só a imprensa e o torcedor pernambucana que reclamaram da bagunça generalizada presenciada neste domingo (16) na Arena Pernambuco, para o jogo entre Espanha x Uruguai, pela Copa das Confederações.
Basta fazer uma rápida pesquisa na internet para constatar que os principais veículos de comunicação do Brasil e do mundo teceram duras críticas ao esquema montado para receber os torcedores.
Em publicações tradicionais brasileiras como oEstadão/SP, os problemas identificados no metrô, nos ônibus e no entorno da Arena foram destaque, assim como a sujeira, lama e falta de comida e bebida nos bares. Lance!, Uol, Folha de São Paulo, Zero Hora entre outros, também destacaram o caos na capital pernambucana. Já naRevista Placar, especializada em esportes, a manchete foi taxativa: "Brasil e Recife estão longe de saber organizar uma Copa do Mundo".
Mas a vergonha que Pernambuco passou após a primeira partida da Copa das Confederações extrapolou as fronteiras brasileiras. A BBC, de Londres, um dos principais veículos de comunicação do mundo, também fez muitas críticas à organização do evento em seu site - "Torcedores enfrentam maratona para chegar à Arena Pernambuco".
Após a chuva de críticas, o secretário-extraordinário da Copa, Ricardo Leitão culpou CBTU e Fifa por problemas no acesso e na saída da Arena Pernambuco.
O fato é que a Secopa terá pouco mais de 48 horas para tentar remediar o que parece irremediável. O próximo jogo na Arena é nesta quarta-feira (19), entre Itália x Japão, às 19h.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
A força do conteúdo colaborativo
http://www.ideiademarketing.com.br/2013/05/20/a-forca-do-conteudo-colaborativo/
A mídia não é mais propriedade
exclusiva dos meios oficiais. Muito pelo contrário, a população é convocada a
participar da construção da notícia e cada vez mais os veículos estão abrindo
espaço para esse tipo de colaboração. Paralelo a esse cenário colaborativo
temos a produção de informação independente, que se espalha rapidamente nas
redes sociais e que mostra opiniões diferentes daquela que a imprensa oficial
quer passar. Melhor ou pior? Simplesmente independente!
A
mídia não é mais propriedade exclusiva dos meios oficiais. Muito pelo
contrário, a população é convocada a participar da construção da notícia e cada
vez mais os veículos estão abrindo espaço para esse tipo de colaboração.
Como
ignorar esse momento tão rico em produção de conteúdo que
estamos vivendo? Produzir conteúdo nunca esteve tão acessível e ao mesmo tempo
tão complexo. Cada vez mais nos informamos por meio das mídias sociais, através
do comentário de amigos e compartilhamento de conteúdo. A colaboração faz a
notícia de forma cada vez mais veloz, e assim os meios de imprensa tradicionais
estão ficando para trás.
Um
bom exemplo recente que ilustra essa questão da colaboração foi o atentado à
maratona de Boston, nos Estados Unidos. O episódio aconteceu no dia 15 de
abril, matou três pessoas e deixou mais de 250 feridos. Todos os presentes no
local que tiraram fotos do evento, foram mobilizados para colaborar na
investigação dos suspeitos. Em questão de horas o governo americano tinha em
mãos um material riquíssimo que foi fundamental na resolução do crime. A
questão que quero analisar aqui é que o conteúdo colaborativo já
é um aliado da imprensa na cobertura de eventos há muito tempo, mas não me
lembro de um caso dessa natureza ter sido resolvido tão rápido, e ainda com
apoio da informação colaborativa.
O fantástico desse tipo de
informação é a forma como ela é construída. Cada participante do fato vai
colocando ali o seu pedacinho e no final o que temos é uma história tecida a
partir de pequenas informações, comentários e pontos de vistas.
A interatividade é uma demanda
social e não apenas das novas gerações. Está cada vez mais difícil ficar
assistindo passivamente uma notícia na televisão quando temos um universo de
histórias paralelas sobre o mesmo fato correndo nas mídias sociais. Vídeos,
fotos, relatos, fazem da informação uma história sem fim na internet porque
sempre vão existir pessoas replicando, comentando e acrescentando algo novo.
A questão que fica é o que os
veículos de comunicação e as empresas vão fazer diante dessa realidade. Ignorar
um movimento tão rico, ou tentar calar milhares de vozes por medo, não é e
nunca será a atitude mais inteligente.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Cultura da Mobilidade
Resenha
crítica: Cultura da Mobilidade*
O artigo Cultura da Mobilidade, cujo autor é André Lemos (professor do
programa de Pós-graduação da UFBA/BA/BR),
trata da necessidade de mobilidade que é inerente ao homem, analisando-a
por diferentes aspectos, sejam eles tecnológicos, sociais ou antropológicos,
além de ter a comunicação como principal foco de análise, tratando a atual
mobilidade como locativa.
O objetivo deste artigo é discutir sobre
as mudanças ocorridas ao longo do tempo, que tornaram possível uma cultura de
mobilidade muito mais disseminada, abrangendo espaços físicos, pessoas,
informações, tecnologia e objetos. Ao tratar sobre a mobilidade locativa defende-se
a ideia de que ela facilita a descoberta e aprimora o conhecimento de novas
culturas.
O ser humano é um ser social, ao qual é
nata a capacidade de adaptação e alojamento em diferentes grupos e culturas,
porém há também uma necessidade de isolamento, particularização e privacidade.
A mobilidade transita entre esses dois polos, e por meio da comunicação é
possível o deslocamento, pois ela se estabelece nessa dinâmica do móvel com o imóvel
e implica na saída da “zona de conforto” (particularização, privacidade) rumo
às novas descobertas e diferentes diálogos.
Entretanto, há vários tipos de
mobilidade: a física, informacional-visual, social, entre outras. No mundo
contemporâneo o acesso a informações, capacidade de deslocamento por meio de
meios de transporte, divulgação de notícias e apreensão de conhecimento,
acontece de maneira rápida e eficiente, demonstrando a capacidade de fusão
entre estas tantas formas de mobilidade humana.
Salienta-se que a aliança entre
comunicação, espacialização e mobilidade é pouco estudada, porém é relevante a
observação destes três pontos para que seja definida a dinâmica da sociedade
atual. Hoje, graças à internet, redes wifi, blogs e sites de relacionamento, as possibilidades de consumir, produzir e distribuir
informação são muito maiores.
É ressaltado ainda que as diversas
faces da mobilidade compartilham do mesmo objetivo, ainda que de maneiras
diferentes e que elas podem fazer parte de um mesmo contexto. Porém, é
necessário que haja a politização, planejamento e democratização da mobilidade,
para que ela possa ser disseminada nos diferentes grupos sociais. Portanto,
apesar da extensibilidade (capacidade e habilidade de deslocamento),
acessibilidade (possibilidade de alcançar certos pontos) e rapidez terem se tornado
ícones da época atual, e de não só a divulgação de informações, mas também o
deslocamento físico e as mudanças de grupos sociais (ascensão) acontecerem de
maneira muito mais acelerada, ainda há muita desigualdade social e isto
dificulta a democratização da mobilidade. A velocidade com que se tem acesso à
internet e os conhecimentos intelectuais e culturais dos indivíduos são fatores
que influenciam este processo. Por isso deve existir um planejamento bem
estruturado que considere estas questões e proponha as devidas soluções para
estes paradigmas.
Considera-se também que a mobilidade
acontece entre o processo de desterritorialização e territorialização e é capaz
de alterar o ambiente já existente e também de criar novas espacializações.
Essa nova modalidade de espaço informacional pode significar acomodação, já que
tudo está ao alcance das mãos, mas pode também ser vista como comodidade,
facilitando a busca de conhecimentos.
Assim, a globalização pode ser uma
janela para outros mundos e uma ferramenta para ultrapassagem das fronteiras
impostas pela geografia. A mídia contemporânea ressignificou os sentidos de
espaço, tempo e serviços, mas se vista pela ótica de que este “novo mundo” é
uma forma de alienação e de afastamento da realidade, será encarada de maneira
negativa.
Enfim, defende-se a articulação entre as
diferentes mobilidades, salientando que todas elas se complementam e que as
mídias, sites de compras, internet e redes sociais foram criadas com o intuito
de complementar as diversas formas de comunicação e distribuição de informações
e serviços já existentes.
Portanto, a mobilidade existe para
adicionar qualidades informacionais, dimensionando os lugares de acordo com as
mudanças na sociedade, e aprimorar as características e formas já existentes
nesses espaços. Os lugares servem como pilares em que se apoiam as novas
tecnologias, onde é possível compartilhar, narrar e contatar informações
produzidas por qualquer indivíduo.
* Resenha Crítica
do texto: LEMOS, André. Cultura da
Mobilidade. Porto Alegre: Revista FAMECOS,
nº 40, dez, 2009. Elaborada por Eline Morais Pinheiro, bolsista de IC do
Projeto ‘Mobilidade e Reconfigurações do Espaço Urbano’, orientado pela Profa.
Adriana Cordeiro.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Palestra sobre Mobilidade Urbana na UPE
Palestra sobre mobilidade urbana "Pernambuco em Movimento: repensando os caminhos para mobilidade urbana" com Professor Cédrick Cunha Msc.
Dia: 22 de Abril (segunda-feira)
Hora: 19h00
Local: Auditório da UPE Caruaru
quarta-feira, 20 de março de 2013
Como a Copa vai obrigar o país a enfrentar seus problemas
http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/como-a-copa-vai-obrigar-o-pais-a-enfrentar-seus-problemas
Apontado por Nizan Guanaes como um provável ponto negativo do país em 2014, o setor de prestação de serviços também é visto com preocupação por outros participantes do encontro. "Nossa área de serviços é amadorística. Dá tempo de melhorar para a Copa, mas precisa ter investimento e vontade", disse Marcos Nicolas, diretor-executivo da Ernst & Young Terco. "Copa é muito mais que estádio. Devemos incentivar um 'choque de Copa' aqui no país. É indispensável ser profissional e copiar os bons exemplos." Assim como Nizan, o executivo diz que o ufanismo é negativo e defende que o Brasil aproveite 2014 para encarar de vez seus problemas. "Otimismo sem inteligência para justificá-lo é ignorância. A gente precisa saber o que nos causa medo e transformar isso em oportunidades." Nicolas citou o número relativamente baixo de brasileiros que dominam outros idiomas como um dos aspectos em que é possível aproveitar a chance e evoluir. Roland de Bonadona, diretor-geral da Accor na América Latina, concorda. "Encerrada a Copa, teremos uma capacidade bem maior de receber as pessoas que falam outras línguas." O executivo admite, porém, que no decorrer do evento isso deve ser um obstáculo ao visitante - tanto que a gigante da hotelaria estuda trazer funcionários de outros países para reforçar suas equipes em 2014. Ainda assim, ele acha que o Brasil ganhará uma projeção positiva. "Temos de incentivar o turista a espalhar lá fora o que ele verá e conhecerá aqui."
Fórum promovido pela revista Exame discute as oportunidades de 2014. E até Nizan, da campanha 'imagina a festa', prevê um choque benéfico de realidade
Giancarlo Lepiani

Ronaldo aparece como uma versão brasileira do Tio Sam na campanha da Brahma que condena o pessimismo em relação à Copa. A AmBev é uma das parceiras comerciais do evento (Reprodução)
"Será a hora H das nossas deficiências . Os problemas serão muito benéficos. A Copa dará ao país uma nova urgência", disse Nizan Guanaes. "A Copa do Mundo deverá ser uma combinação entre nossa capacidade de fazer e nossa disposição em aprender", afirmou Aldo Rebelo
Faltando apenas um ano e meio para a Copa do Mundo, o país já começou a adequar suas expectativas em relação ao evento. Convencidos de que não serão capazes de fazer um Mundial irretocável - em função, por exemplo, dos avanços tímidos em áreas como mobilidade urbana e infraestrutura aeroportuária -, os brasileiros agora trabalham nas poucas soluções que ainda podem ser perseguidas a tempo de melhorar a recepção aos visitantes em 2014. Dentro desse contexto, os tropeços, dados como inevitáveis, ganham uma importância maior que os êxitos - e fazem das oportunidades perdidas pelo país desde 2007, quando foi confirmado pela Fifa como sede do evento, uma herança até mais importante que as melhorias concretas que o Mundial trará. "O grande legado da Copa será a insatisfação que ela vai provocar no país. Não podemos mais fugir de discutir nossos problemas", afirma o publicitário Nizan Guanaes, chairman do Grupo ABC. Ele foi um dos participantes do fórum promovido pela revista Exame, da Editora Abril, que também publica VEJA, para discutir o que o país vai ganhar com o Mundial, na segunda-feira, em São Paulo.
Nizan é um dos responsáveis pela campanha publicitária que faz referência ao pessimismo do brasileiro em relação à Copa - a versão da cerveja Brahma transforma o "imagina na Copa" em "imagina a festa". Nos anúncios da marca, o Mundial de 2014 é retratado de maneira ufanista, como uma enorme celebração em que tudo dá certo. O publicitário, no entanto, é muito mais cético que o tom das propagandas, reconhecendo que a Copa terá, sim, muitas falhas. "Não vamos resolver tudo. A Copa do Brasil não será a Copa da Alemanha. Vamos fazer do nosso jeito", prevê. "Temos tudo para ganhar pontos nos quesitos em que somos fortes. Há coisas que nós fazemos melhor que os outros e que serão vistas por todos. Mas vai faltar força de trabalho qualificada, por exemplo. Em resumo, não há motivo nem para arrogância nem para derrotismo." De acordo com Nizan, o Mundial marcará o momento em que o país ficará frente a frente com suas maiores dificuldades e não terá como fugir dessa realidade. "Será a hora H das nossas deficiências. As falhas e os problemas serão muito benéficos. O melhor dessa Copa é que ela vai colocar o país em comparação com o mundo. O Brasil estava concorrendo com ele mesmo e ganhou, pois o Brasil de hoje é claramente melhor que o Brasil do passado. A Copa dará ao país uma nova urgência."
Apontado por Nizan Guanaes como um provável ponto negativo do país em 2014, o setor de prestação de serviços também é visto com preocupação por outros participantes do encontro. "Nossa área de serviços é amadorística. Dá tempo de melhorar para a Copa, mas precisa ter investimento e vontade", disse Marcos Nicolas, diretor-executivo da Ernst & Young Terco. "Copa é muito mais que estádio. Devemos incentivar um 'choque de Copa' aqui no país. É indispensável ser profissional e copiar os bons exemplos." Assim como Nizan, o executivo diz que o ufanismo é negativo e defende que o Brasil aproveite 2014 para encarar de vez seus problemas. "Otimismo sem inteligência para justificá-lo é ignorância. A gente precisa saber o que nos causa medo e transformar isso em oportunidades." Nicolas citou o número relativamente baixo de brasileiros que dominam outros idiomas como um dos aspectos em que é possível aproveitar a chance e evoluir. Roland de Bonadona, diretor-geral da Accor na América Latina, concorda. "Encerrada a Copa, teremos uma capacidade bem maior de receber as pessoas que falam outras línguas." O executivo admite, porém, que no decorrer do evento isso deve ser um obstáculo ao visitante - tanto que a gigante da hotelaria estuda trazer funcionários de outros países para reforçar suas equipes em 2014. Ainda assim, ele acha que o Brasil ganhará uma projeção positiva. "Temos de incentivar o turista a espalhar lá fora o que ele verá e conhecerá aqui."
Marcelo Spatafora

Aldo no fórum da Exame: 'Copa não tem segredo'
'Otimismo crítico' - Para o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o setor privado entendeu bem o que é possível conseguir graças à Copa. Em sua palestra no fórum da Exame, o homem de confiança da presidente Dilma Rousseff nos preparativos para 2014 concordou com os alertas feitos pelos executivos e negou que o governo esteja encarando o evento com uma dose exagerada de otimismo. "Vejo tudo com realismo. Ou melhor, com um otimismo crítico", afirmou, prevendo que o país fará uma Copa "à altura das expectativas". "Nossas estradas e aeroportos estarão perfeitos como os da Alemanha na Copa de 2006 ou de Londres na Olimpíada de 2012? Não. Mas não haverá nenhum problema que inviabilize o evento. A Copa não tem segredo", garantiu. Assim como Nizan Guanaes, o ministro destaca a rara chance que o país terá de dar um salto qualitativo. "Não podemos deixar de aproveitar uma oportunidade como essa para enfrentar dois desafios: melhorar nossa capacidade nas áreas em que já somos bons e superar as deficiências onde ainda não sabemos fazer direito. Ou seja, a Copa deverá ser uma combinação entre nossa capacidade de fazer e nossa disposição em aprender."
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