terça-feira, 22 de abril de 2014

Especialista fala sobre desafios do poder público em comunicação e marketing

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/diario-da-redacao/noticia/2014/02/especialista-fala-sobre-desafios-do-poder-publico-em-comunicacao-e-marketing-4426344.html

Por Dorvalino Furtado Filho - 20/02/2014

 

"As empresas públicas estão submetidas a intensos desafios pelas fortes e rápidas mudanças advindas da inevitável transição de sociedade industrial para uma sociedade de informação, o que torna ainda mais prementes as modificações nas suas estruturas a fim de atender demandas diárias e prioritárias para a imagem institucional. Já é realidade que não há uma consciência forte do cidadão-contribuinte, que, aliás, deveria fiscalizar mais a aplicação dos recursos públicos.

Nesse contexto, o conceito de marketing público ajuda os poderes e se sustenta na programação de uso de seus instrumentos, considerando sempre que a legitimidade da administração pública em comunicação e marketing depende do atendimento das necessidades e dos desejos da sociedade. Caso contrário, se abre um espaço, que já é comum, para o questionamento da razão de ser do próprio governo ou de suas instituições no país.

Por outro lado, a comunicação e/ou marketing de instituições do governo devem ser sistematizadas a fim de que cada projeto tenha linguagem e identidade próprias. Assim, um plano de comunicação e marketing público precisa agregar uma marca ou um traço fundamental que desenhe de maneira transparente e com bases morais os contornos de suas ações primordiais e necessárias.

Pode-se dizer, portanto, que na democracia as gestões dependem grandemente da eficiência de uma propaganda política muito bem projetada e, sobretudo, honesta pelos meios de comunicação. Que cumpram esse papel preponderante, sempre com a convicção filosófica de que é preciso vender o "chiado da fritura e não o bife". Os administradores e legisladores que optarem pela inovação na comunicação pública — começando pela extrema valorização da cultura – já começam a mostrar a verdadeira identidade ao dar o primeiro passo para um diferencial."

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Marketing digital é a palavra-chave para se atingir o público-alvo


Por Artur Cesar, Manaus - 15/09/2013

 O marketing digital é considerado a plataforma que hoje obtém os melhores resultados, mais que o tradicional (rádio, TV)

Um alto executivo do Google relatou em recente conferência realizada em Toronto, no Canadá, que tinha recebido uma ligação de um usuário conhecido reclamando que toda vez que acessava seu computador era bombardeado com propaganda de produtos e serviços relacionadas a bebês. O espanto era porque ele estava separado e vivia apenas com a filha adolescente em casa. Um verdadeiro absurdo, dizia o desavisado pai. A filha já buscava informações sobre os cuidados com o futuro rebento antes de ter dado a notícia ao futuro vovô. 

Este é um bom exemplo de como a quarta onda da Internet já é uma realidade e também uma importante aliada das empresas que querem atingir seu público-alvo de forma mais rápida e eficaz. “O Google vai conhecer você tão bem que será possível prever o que você quer antes mesmo de você buscar”, prevê o empresário amazonense Marco Cabral, responsável pelo único escritório da WSI na região Norte do País. A empresa é uma gigante mundial no setor de marketing digital avançado, atualmente com 1.500 unidades instaladas, em 87 países. No Brasil ela chegou há três anos, em Manaus há apenas 18 meses. 

“O Google é uma empresa de tecnologia e a WSI é uma empresa que viabiliza essa tecnologia para as empresas”, explica Cabral. Toda essa estrutura busca utilizar um conhecimento global para se obter um resultado local. "O marketing digital é a plataforma que hoje obtém os melhores resultados, mais que o tradicional (rádio, TV, jornal). Hoje as pessoas passam mais tempo do seu dia na frente de um computador”, afirma o empresário, que faz questão de observar que isso não representa o fim do marketing tradicional. 

De acordo com Marco Cabral, que participou da Conferência Global da WSI, em Toronto, no final de agosto, outra vantagem da mídia digital é que as empresas conseguem mensurar a objetividade das campanhas e entender o comportamento de seu público-alvo, otimizando o serviço prestado. “O marketing digital também tem uma grande vantagem: quando o cliente sente necessidade e busca pelo teu serviço, você aparece como solução naquela hora”, afirma o diretor-presidente da unidade Amazonas da WSI.

Ondas de invasão

Um dos pontos destacados por executivos do Google durante a conferência em Toronto, foram as quatro ondas da Internet: a primeira com o surgimento dos websites; a segunda com o aparecimento das redes sociais; a terceira com o uso do mobile, smartphones e tablets. Hoje vivemos as consequências do tsunami da Big Data. Todo o acesso a rede mundial de computadores gera informações, que podem ser direcionadas para antever desejos e até ações. Próximo da ficção científica, como no longa “Minority Report” com o astro Tom Cruise, a polícia dos EUA, por exemplo, já consegue prever o porcentual de chances que determinada pessoa tem de cometer um crime. Trazer isso para a realidade do mercado de negócios é uma arma poderosa na conquista e fidelização de clientes. O sucesso pode estar a um clique, literalmente.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Democracia digital: internet e participação

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/pagina/democracia-digital.html

As manifestações que ganharam o país em junho mostraram a importância da internet na mobilização das massas. O tempo passou, e ficou a dúvida: será que as ferramentas da democracia digital têm efetividade? No Brasil, essa nova forma de participação engatinha, mas pesquisadores afirmam que seu futuro é promissor.

Por Juliana Bublitz - 17/12/2013

 
Imagine poder escolher o prefeito de sua cidade pela internet ou participar de um plebiscito sem sair de casa, direto do celular, tablet ou do computador pessoal. Ficção? Na Suíça, há uma década, a cena faz parte do cotidiano, mas ainda é uma exceção. Por aqui, a chamada democracia digital dá os primeiros passos - com alguns tropeços - rumo a essa nova forma de participação política.

Apesar das dificuldades, pesquisadores são unânimes ao afirmar que o caminho é longo, mas irreversível. A web e suas ferramentas têm potencial para assumir o papel outrora desempenhado pela praça pública de Atenas - berço da democracia, onde as decisões eram tomadas sem intermediários - e dar uma nova cara ao sistema.

- Estamos em uma posição única para iniciar essa transformação. Pela primeira vez, em quase todo o continente latino-americano, a democracia não é apenas um intervalo entre ditaduras, e já temos a primeira geração formada nesse novo contexto - avalia Pedro Abramovay, mestre em Direito e diretor da Open Society Foundations para a America Latina.

Avanço das ferramentas virtuais exige cuidados

Mas a mudança não é um processo simples e traz uma série de dúvidas, a começar pelo risco de elitização, já que o acesso à internet ainda é restrito. Isso sem falar nas incertezas quanto ao uso dela. Os abaixo-assinados virtuais, por exemplo, sequer têm validade jurídica, porque as assinaturas das petições carecem de certificação.

- Não há dúvidas de que a evolução é positiva, mas é preciso que seja cercada de cuidados. Do contrário, grupos de interesses podem acabar falando em nome da sociedade, o que nem sempre é bom. Além disso, sem um controle sobre o local e o momento do voto, sempre há o perigo de uma volta do coronelismo em versão online - pondera o professor de Direito da Informática da UFRGS, Cesar Santolim.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Apresentação Plano de Produto/ Marketing 2013.2

Foi desenvolvido pelos alunos da turma 2013.2 trabalho de criação de produto/serviço  junto a elaboração do  plano de marketing, os quais tiveram como base o tema  "Mobilidade Urbana" para desenvolverem seus trabalhos. A apresentação do plano de produto aconteceu no dia 05 de Novembro 2013 no  Campus Caruaru- UPE.  







domingo, 20 de outubro de 2013

Mobilidade urbana é desafio para as empresas

http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Claudio-Tieghi/noticia/2013/07/mobilidade-urbana-e-desafio-para-empresas.html

Os transportes têm grande impacto na economia e na qualidade de vida das pessoas e, quando problemáticos, custam caro à sociedade

Por Claudio Tieghi - 18/07/2013






As pautas levantadas nas ruas das grandes cidades brasileiras têm muita relação com o desenvolvimento sustentável da sociedade que tanto almejamos. Mais do que o aumento de centavos na tarifa do transporte público, o que está em questão é a mobilidade, um direito dos cidadãos.

Estamos vivendo hoje as consequências de políticas públicas equivocadas e da falta de planejamento para o desenvolvimento das cidades. Na década de 1950, a população brasileira urbanizada era da ordem de 36%. Atualmente, chega a 84,2%, e a previsão é alcançarmos 92,3% até 2050. Há, portanto, um grande desafio para que possamos promover o desenvolvimento dos negócios nas cidades buscando o equilíbrio entre os aspectos econômicos, a felicidade das pessoas e a harmonia com o meio ambiente.



As manifestações da sociedade nos lembram de que o Plano Nacional de Logística e Transportes e a Política Nacional de Mudança do Clima contemplam a redução de fretes por rodovias e o investimento em modais de transportes mais eficientes, do ponto de vista energético e ambiental. Além disso, prevê que o transporte ferroviário salte da atual marca de 25% para 32%, e o aquaviário, de 13% para 29% nos próximos 15 ou 20 anos. Se cumprirmos as propostas e as metas anunciadas, reduziremos a pegada ecológica da destruição dos produtos que chegam às cidades todos os dias, além, é claro, de contribuir com a mobilidade das pessoas, sem perder de vista a questão econômica. Tais mudanças necessariamente deverão contribuir para a redução dos custos de tais produtos de forma a beneficiar a todos.

Segundo a pesquisa “Sustentabilidade Aqui e Agora” realizada em 2010, o brasileiro deseja produtos e serviços que tenham a inovação como valor e a visão de um mundo mais sustentável como compromisso. As tarifas dos transportes brasileiros, a exemplo da cidade de São Paulo, estão entre as mais caras do mundo e seguem no sentido contrário dos anseios da sociedade.

A mobilidade urbana tem grande impacto na economia e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao Estado e à sociedade, em virtude das perdas que proporciona. As pequenas e as médias empresas podem e devem adotar práticas para evitar que seus funcionários apresentem sintomas como estresse e que a empresa perca produtividade. Para minimizar esse tipo de consequência, é cada vez mais frequente empresas adotarem horários flexíveis de entrada e saída, home office ao menos um dia por semana, incentivos para a utilização de transportes alternativos e também o hábito da carona coletiva.

Para os empreendedores, recomendo que encarem a mobilidade urbana, incluindo a logística de produtos e serviços, como um indicador de gestão com as seguintes variáveis: redução de custos, baixa emissão de carbono e felicidade das pessoas. Além disso, recomendo que identifiquem oportunidades de expansão dos negócios em comunidades já economicamente ativas e mais afastadas dos grandes centros. Ouvindo o recado da sociedade, de forma inovadora e comprometida com a sustentabilidade.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

3º Ciclo de debates


O próximo ciclo de debates acontecerá no dia 23 de outubro (quarta-feira) e terá como tema central Mobilidade urbana numa perspectiva crítica com o mediador Cedrick Cunha- Doutorando e pesquisador em mobilidade e sistemas tecnológicos. Inscrições no e-mail debatesemmobilidade@gmail.com 

2º Ciclo de Debates em Mobilidade








Aconteceu no dia 10 de outubro o 2º Ciclo de debates em Mobilidade no auditório da Universidade de Pernambuco Campus Caruaru, com o tema principal   Mídias sociais online e suas repercussões sobre representações de consumo com Mychelle Jacob – Profa. da Universidade de Pernambuco e Colaboradora da MENSCH.