http://www.revistawide.com.br/marketing/colunistas/publico-curioso-publico-exigente
Por: Bruno Rodrigues em 01/07/2013
Na seara do Marketing de Conteúdo o trabalho sempre deve começar por
quem não tem dúvida em consumir uma informação - se o usuário sabe onde
ela está ou se é exatamente o que ele procura, são efeitos colaterais,
parte do jogo. Neste caso, o impulso de consumir não se discute.
E quando o usuário se depara com um conteúdo e nada garante sua atenção?
Ou um usuário está ali apenas para comparar informações? Ambas são
situações que, aparentemente, não estão nas mãos do produtor de
conteúdo. Em teoria, nada pode ser feito: como incutir vontade ao
usuário, afinal - Ele deseja ou não uma informação, e ponto final.
Ponto final, uma vírgula!
Entre as principais tarefas do Marketing de Conteúdo está justamente a
de provocar o usuário, criar desejos, estimular o consumo. Estamos
falando de Marketing, afinal, não é?
Seja em sites, portais ou redes, a vontade do usuário precisa ser trabalhada.
Diferentemente dos perfis de conteúdo definido e conteúdo indefinido, os
perfis de conteúdo aberto e conteúdo por comparação merecem mais tempo,
raciocínio, ações. São espectros amplos em demasia ou restritos em
excesso para se apostar apenas nos atributos de uma informação. Há que
suar, portanto.
Atenção a cada uma das características destes perfis - note que, apesar de serem polos opostos, há semelhanças entre os dois:
Conteúdo aberto
É um erro grave pensar que um usuário sem rumo é alvo fácil para um
conteúdo. Por não ter noção de que a informação existe, não há espaço
para estratégia alguma ? afinal, como trabalhar um possível 'cliente' se
ele não sabe onde está a 'loja', muito menos o 'produto'?
Há uma distância muito grande entre boa vontade e vontade, e o vácuo que se forma entre um usuário e um conteúdo pode ser fatal.
Por isso clarear a existência de uma informação é essencial. Trabalhe
arduamente a indexação do conteúdo para que o trabalho de SEO não seja
em vão; invista tempo pensando, repensando e testando a arquitetura da
informação do site; aposte em links patrocinados e nas diversas
modalidades inteligentes de publicidade digital.
Não há como gostar de alguém - ou algo, como um conteúdo - se nunca
houve o mínimo contato, seja real ou virtual. Parece óbvio dizer isso,
mas muitas marcas criam conteúdos fantásticos e apostam apenas em seus
atributos e no boca a boca das redes para torná-los visíveis. Não há
branding que garanta o sucesso de um conteúdo em um ambiente infinito e
naturalmente caótico como o digital, apenas porque ele existe.
Contudo, executar a tarefa de clarear uma informação sem embutir no
trabalho as ferramentas certas para despertar o desejo de consumo do
conteúdo é desperdiçar tempo e dinheiro; é como decorar uma matéria no
colégio quando o objetivo é entendê-la.
Por isso, carregue bem as suas ações de visibilidade com os atributos da
informação a ser trabalhada. Embuta neste trabalho os porquês da
informação ser interessante e útil. O desejo é criado a partir daí, do
estalo que surge entre o racional dos 'porquês' e o emocional do 'não
posso viver sem'.
Conteúdo por comparação
'A grama do vizinho é sempre mais verde', diz o ditado, não é? Agora,
imagine esta mesma situação vivenciada a distância: você não mora lá,
está pensando em comprar uma casa, e ambos os gramados são passíveis de
crítica. Há a opção de comprar qualquer uma das casas. Você não é o
vizinho da direita, nem o da esquerda, está acima da disputa, e por isso
não há controle da situação. Você é quem manda.
Assim é o comportamento do usuário que só irá se envolver com um
conteúdo quando tiver analisada a informação por todos os lados, checado
um a um seus atributos, comparado todos os defeitos e qualidades com um
conteúdo semelhante.
O que parece ser uma situação limitada apenas à informação como produto
propriamente dito - um usuário compara dois aparelhos de Blu-ray em
sites concorrentes, por exemplo -, extrapola e muito o espaço do
acirrado e-commerce e invade o campo de todo tipo e formato de
informação.
Hoje, o usuário compara tudo, o que vai da notícia de um portal ao
conteúdo institucional de um site de empresa, do dado que veio do blog
às informações do facebook e do twitter. Sobrevive quem for mais
preciso, acurado, sedutor, tudo isso junto, sem privilegiar um aspecto
outro.
Ser comparado e sair vencedor é uma tarefa de muitas faces, e nessa
batalha muitas vezes travada em questões de segundos (tendo como arma o
Google), não resta nem sombra para um segundo lugar.
Ao conteúdo, diga: 'dê tudo de si'. Revire-o, explore suas qualidades,
explicite suas vantagens até estressar e trabalhe a objetividade até
deixá-lo em 'carne viva'. Vista-o para a batalha, portanto.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A importância do público-alvo estratégico no marketing digital
http://www.internetinnovation.com.br/blog/marketing/a-importancia-do-publico-alvo-estrategico-no-marketing-digital/
Publicado em: 17/04/2014

Definir um público-alvo é uma das principais etapas no planejamento de qualquer novo negócio. A identificação do segmento que mais oferece oportunidades ao seu empreendimento, além de orientar o posicionamento e atuação da marca no mercado, é extremamente importante para a elaboração das estratégias de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los primeiro.
No momento da definição do target, deve-se ter em mente que o mercado possui diferentes tipos de clientes, cada um com necessidades específicas. A segmentação leva em conta questões como idade, sexo, renda, nível de escolaridade, além dos aspectos geográficos e comportamentais. Desejos, hábitos, preferências e estilo de vida também são analisados para se traçar o perfil do target.
Outro detalhe importante que deve ser considerado: o público-alvo não é somente o consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra. Um fabricante de brinquedos, por exemplo, tem como consumidor final crianças, porém não é com foco apenas nelas que deve desenvolver suas estratégias. Afinal, são os pais os “tomadores de decisão”. Portanto, a elaboração de produtos deve incluir características que agradem os dois perfis.
Um público-alvo bem definido servirá como base para a criação de estratégias de marketing digital. Quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas para a divulgação e posicionamento da marca na web – redes sociais, SEO, Google Adwords, E-mail Marketing –, é imprescindível conhecer bem o target das ações. Um dos maiores problemas de campanhas realizadas nestes canais é a falta de planejamento e objetividade.
Depois de definir com quem sua marca se comunicará é necessário determinar como será realizada a comunicação. Uma estratégia bastante utilizada para atingir o público de maneira assertiva é através da criação de uma persona. Trata-se da personificação do indivíduo que faz parte do grupo identificado como público-alvo da sua marca.
As características da persona são definidas através de um questionário: Qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, gostos, preferências? Suas preocupações? E suas expectativas? Como é o comportamento dele(a)? A diferença entre o target e a persona, é que, no segundo caso, trata-se de uma personagem fictício, criado para “sintetizar” o perfil geral do público.
A criação desta personagem facilita o desenvolvimento de conteúdo, campanhas e estratégias em diferentes tipos de canais. Além disso, as chances de que seu público se identifique e interaja com sua marca serão muito maiores.
Publicado em: 17/04/2014
Definir um público-alvo é uma das principais etapas no planejamento de qualquer novo negócio. A identificação do segmento que mais oferece oportunidades ao seu empreendimento, além de orientar o posicionamento e atuação da marca no mercado, é extremamente importante para a elaboração das estratégias de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los primeiro.
No momento da definição do target, deve-se ter em mente que o mercado possui diferentes tipos de clientes, cada um com necessidades específicas. A segmentação leva em conta questões como idade, sexo, renda, nível de escolaridade, além dos aspectos geográficos e comportamentais. Desejos, hábitos, preferências e estilo de vida também são analisados para se traçar o perfil do target.
Outro detalhe importante que deve ser considerado: o público-alvo não é somente o consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra. Um fabricante de brinquedos, por exemplo, tem como consumidor final crianças, porém não é com foco apenas nelas que deve desenvolver suas estratégias. Afinal, são os pais os “tomadores de decisão”. Portanto, a elaboração de produtos deve incluir características que agradem os dois perfis.
Um público-alvo bem definido servirá como base para a criação de estratégias de marketing digital. Quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas para a divulgação e posicionamento da marca na web – redes sociais, SEO, Google Adwords, E-mail Marketing –, é imprescindível conhecer bem o target das ações. Um dos maiores problemas de campanhas realizadas nestes canais é a falta de planejamento e objetividade.
Depois de definir com quem sua marca se comunicará é necessário determinar como será realizada a comunicação. Uma estratégia bastante utilizada para atingir o público de maneira assertiva é através da criação de uma persona. Trata-se da personificação do indivíduo que faz parte do grupo identificado como público-alvo da sua marca.
As características da persona são definidas através de um questionário: Qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, gostos, preferências? Suas preocupações? E suas expectativas? Como é o comportamento dele(a)? A diferença entre o target e a persona, é que, no segundo caso, trata-se de uma personagem fictício, criado para “sintetizar” o perfil geral do público.
A criação desta personagem facilita o desenvolvimento de conteúdo, campanhas e estratégias em diferentes tipos de canais. Além disso, as chances de que seu público se identifique e interaja com sua marca serão muito maiores.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Apresentação Plano de Produto/Serviço - 2014.1
Foram apresentados no dia 03/07/2014 os planos de produto/serviço, juntamente com o plano de marketing, dos alunos do 3º Período/ 2014.1 do curso de Administração da Universidade de Pernambuco - Campus Caruaru. As apresentações tiveram como tema base o "Marketing Público" e propuseram melhorias nos serviços públicos oferecidos na região.
domingo, 6 de julho de 2014
PNUD analisa impacto de índice de desenvolvimento municipal na gestão pública brasileira
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/onu-unic-rio/2014/04/25/pnud-analisa-impacto-de-indice-de-desenvolvimento-municipal-na-gestao-publica-brasileira.htm
Postado em 25/04/2014 às 10:26
Para avaliar a apropriação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) pela administração pública brasileira e conhecer os seus diferentes usos pela sociedade, a equipe do Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) fez uma análise na internet buscando menções ao índice. O levantamento foi feito por cinco meses, de agosto a dezembro de 2013. Após compilação e análise, os resultados foram apresentados esta semana.
O site do Atlas Brasil 2013, onde estão disponíveis o IDHM dos municípios brasileiros, recebeu 5 milhões de acessos nos primeiros meses e foram registradas cerca de 2 mil ocorrências do termo "IDHM" ou similar no período pesquisado. A análise incluiu websites de jornais, revistas e televisão, além de textos e notícias de instituições de pesquisa, organizações locais e de blogs em geral.
Ainda que o levantamento não seja suficiente para compor uma investigação profunda sobre os impactos sociopolíticos do IDHM, ele é capaz de fornecer um panorama geral sobre o alcance do indicador, evidenciar seus usos e ainda revelar a magnitude de seu apelo junto aos gestores locais, estaduais e federais.
Entre a grande quantidade de ocorrências encontradas na web sobre o IDHM, foi selecionada, como objeto de análise, a parcela referente à apropriação do índice pela gestão pública. Foi observado o uso crescente do IDHM como critério de elegibilidade de municípios para o recebimento de programas, recursos ou políticas públicas. O índice também vem sendo usado na elaboração de projetos de lei e como critério na concessão de financiamentos públicos.
O indicador é utilizado tanto nas dimensões abordadas diretamente – longevidade, educação e renda – quanto em outras áreas como infraestrutura, meio ambiente, agricultura, esporte, entre outros, o que indica que o IDHM é considerado como importante "proxy" para medir o nível de desenvolvimento de uma região.
Alguns exemplos são os programas sociais do governo federal como o Mais Médicos e o Mais Professores. Um dos critérios de distribuição dos profissionais destes programas pelos municípios do Brasil é o baixo IDHM.
Postado em 25/04/2014 às 10:26
Para avaliar a apropriação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) pela administração pública brasileira e conhecer os seus diferentes usos pela sociedade, a equipe do Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) fez uma análise na internet buscando menções ao índice. O levantamento foi feito por cinco meses, de agosto a dezembro de 2013. Após compilação e análise, os resultados foram apresentados esta semana.
O site do Atlas Brasil 2013, onde estão disponíveis o IDHM dos municípios brasileiros, recebeu 5 milhões de acessos nos primeiros meses e foram registradas cerca de 2 mil ocorrências do termo "IDHM" ou similar no período pesquisado. A análise incluiu websites de jornais, revistas e televisão, além de textos e notícias de instituições de pesquisa, organizações locais e de blogs em geral.
Ainda que o levantamento não seja suficiente para compor uma investigação profunda sobre os impactos sociopolíticos do IDHM, ele é capaz de fornecer um panorama geral sobre o alcance do indicador, evidenciar seus usos e ainda revelar a magnitude de seu apelo junto aos gestores locais, estaduais e federais.
Entre a grande quantidade de ocorrências encontradas na web sobre o IDHM, foi selecionada, como objeto de análise, a parcela referente à apropriação do índice pela gestão pública. Foi observado o uso crescente do IDHM como critério de elegibilidade de municípios para o recebimento de programas, recursos ou políticas públicas. O índice também vem sendo usado na elaboração de projetos de lei e como critério na concessão de financiamentos públicos.
O indicador é utilizado tanto nas dimensões abordadas diretamente – longevidade, educação e renda – quanto em outras áreas como infraestrutura, meio ambiente, agricultura, esporte, entre outros, o que indica que o IDHM é considerado como importante "proxy" para medir o nível de desenvolvimento de uma região.
Alguns exemplos são os programas sociais do governo federal como o Mais Médicos e o Mais Professores. Um dos critérios de distribuição dos profissionais destes programas pelos municípios do Brasil é o baixo IDHM.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Mercadante defende regulamentação da participação social
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/mercadante-defende-regulamentacao-da-participacao-social
Postado em: 11/06/2013 às 18:30

Postado em: 11/06/2013 às 18:30

Brasília - O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, defendeu nesta
quarta-feira o decreto presidencial que regulamenta a participação
social nas políticas públicas e que tem sido alvo de embate político no
Congresso, levando partidos a obstruir votações na Câmara reivindicando a revogação da medida.
Segundo o ministro, o decreto da presidente Dilma Rousseff não traz novidades sobre o processo de consulta popular, apenas regulamenta como esse debate deve ser feito com o Executivo.
"O que nós estamos fazendo não interfere nas prerrogativas do Legislativo, que são intocáveis para o nosso governo, para a Constituição Federal e para a democracia", disse o ministro, que convocou uma entrevista para defender a iniciativa.
"Esse decreto não cria nenhum conselho. Os conselhos já existem", disse o ministro. "Estamos buscando aprimorar a participação social. Estamos fomentando", argumentou.
Os críticos do decreto dizem que o governo está adotando medidas para enfraquecer o Congresso e criar caminhos para uma democracia direta.
O decreto regulamenta como os conselhos de políticas públicas, as conferências nacionais, as audiências públicas, entre outras iniciativas da sociedade civil, podem funcionar e contribuir para as ações do governo.
"O Brasil precisa de mais democracia e não menos democracia", disse Mercadante para defender a iniciativa do governo.
"Precisamos fomentar no Brasil a cultura de participação cidadã e a cidadania vai além da condição do cidadão de eleitor. Cidadão não deve só votar", argumentou.
"Precisamos governar não apenas para o cidadão, mas com o cidadão", disse.
"O que nós estamos fazendo não interfere nas prerrogativas do Legislativo, que são intocáveis para o nosso governo, para a Constituição Federal e para a democracia", disse o ministro, que convocou uma entrevista para defender a iniciativa.
"Esse decreto não cria nenhum conselho. Os conselhos já existem", disse o ministro. "Estamos buscando aprimorar a participação social. Estamos fomentando", argumentou.
Os críticos do decreto dizem que o governo está adotando medidas para enfraquecer o Congresso e criar caminhos para uma democracia direta.
O decreto regulamenta como os conselhos de políticas públicas, as conferências nacionais, as audiências públicas, entre outras iniciativas da sociedade civil, podem funcionar e contribuir para as ações do governo.
"O Brasil precisa de mais democracia e não menos democracia", disse Mercadante para defender a iniciativa do governo.
"Precisamos fomentar no Brasil a cultura de participação cidadã e a cidadania vai além da condição do cidadão de eleitor. Cidadão não deve só votar", argumentou.
"Precisamos governar não apenas para o cidadão, mas com o cidadão", disse.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Governador anuncia instalação do Porto Digital em Caruaru
http://www.pe.gov.br/blog/2014/05/29/governador-anuncia-instalacao-do-porto-digital-em-caruaru/
29 de maio de 2014, às 19h07min

O Porto Digital se expandirá para Caruaru. O governador João Lyra Neto anunciou, nesta quinta-feira (29/05), a instalação do Armazém da Criatividade, que ficará localizado no Espaço Cultural Tancredo Neves (a antiga Fábrica Caroá). A ação faz parte de uma das metas estabelecidas pelo governador, ao assumir o mandato, no mês passado: levar o polo de desenvolvimento de softwares e economia criativa para o Interior do Estado.
"Com o Armazém da Criatividade, ofereceremos a experiência do Porto Digital aos jovens do Interior com formação técnica ou superior, que poderão empreender, inspirados num modelo de desenvolvimento econômico local voltado para o conhecimento, criatividade e inovação. Com isso, reafirmamos o nosso compromisso com a estratégia de redução das desigualdades subregionais, através de ações de impacto para o desenvolvimento da nova economia no Interior do nosso Estado. A unidade de Caruaru será a primeira no Interior, e brevemente expandiremos a experiência do Porto Digital para todo o Agreste e Sertão", destacou o governador.
O Armazém da Criatividade será instalado num galpão, ao lado do museu da antiga Fábrica Caroá. O local será dividido em três núcleos (criação, prototipação e editorial) e contará com laboratórios, salas de treinamento, incubadora, estúdio de fotografia, showroom e coworking, além de um núcleo empresarial, com salas comerciais para instalação de novos empreendimentos. A previsão é que o espaço seja inaugurado em dezembro de 2014.
Na área de tecnologia da informação, a unidade terá como foco as partes de moda, gráfica, animação e games. Já no tocante à economia criativa, a atuação será voltada para design gráfico, design de moda e editorial de moda.
FÁBRICA - Fundada em 1935, a fábrica foi responsável por impulsionar a economia de Caruaru e da região do Agreste pernambucano. A indústria fabricava barbantes, cordões, sacos e estopas. O empreendimento encerrou definitivamente suas atividades em 1978, e a área onde estava situada passou para o município oito anos depois, graças à atuação do ex-deputado federal Fernando Lyra. O terreno foi aproveitado para o Espaço Cultural Tancredo Neves e o Pátio de Eventos, além de abrigar um museu com exposição do maquinário utilizado na confecção de tecidos e painéis que contam a trajetória da fábrica.
29 de maio de 2014, às 19h07min
O Porto Digital se expandirá para Caruaru. O governador João Lyra Neto anunciou, nesta quinta-feira (29/05), a instalação do Armazém da Criatividade, que ficará localizado no Espaço Cultural Tancredo Neves (a antiga Fábrica Caroá). A ação faz parte de uma das metas estabelecidas pelo governador, ao assumir o mandato, no mês passado: levar o polo de desenvolvimento de softwares e economia criativa para o Interior do Estado.
"Com o Armazém da Criatividade, ofereceremos a experiência do Porto Digital aos jovens do Interior com formação técnica ou superior, que poderão empreender, inspirados num modelo de desenvolvimento econômico local voltado para o conhecimento, criatividade e inovação. Com isso, reafirmamos o nosso compromisso com a estratégia de redução das desigualdades subregionais, através de ações de impacto para o desenvolvimento da nova economia no Interior do nosso Estado. A unidade de Caruaru será a primeira no Interior, e brevemente expandiremos a experiência do Porto Digital para todo o Agreste e Sertão", destacou o governador.
O Armazém da Criatividade será instalado num galpão, ao lado do museu da antiga Fábrica Caroá. O local será dividido em três núcleos (criação, prototipação e editorial) e contará com laboratórios, salas de treinamento, incubadora, estúdio de fotografia, showroom e coworking, além de um núcleo empresarial, com salas comerciais para instalação de novos empreendimentos. A previsão é que o espaço seja inaugurado em dezembro de 2014.
Na área de tecnologia da informação, a unidade terá como foco as partes de moda, gráfica, animação e games. Já no tocante à economia criativa, a atuação será voltada para design gráfico, design de moda e editorial de moda.
FÁBRICA - Fundada em 1935, a fábrica foi responsável por impulsionar a economia de Caruaru e da região do Agreste pernambucano. A indústria fabricava barbantes, cordões, sacos e estopas. O empreendimento encerrou definitivamente suas atividades em 1978, e a área onde estava situada passou para o município oito anos depois, graças à atuação do ex-deputado federal Fernando Lyra. O terreno foi aproveitado para o Espaço Cultural Tancredo Neves e o Pátio de Eventos, além de abrigar um museu com exposição do maquinário utilizado na confecção de tecidos e painéis que contam a trajetória da fábrica.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Solução para mobilidade urbana pode passar pelas redes sociais
http://www.mobilize.org.br/noticias/6424/solucao-para-mobilidade-urbana-pode-passar-pelas-redes-sociais.html
Por: Danilo Emerich / Mobilize - 27/05/2014
Uma das soluções para o caos da mobilidade urbana pode passar pelas redes sociais. Embora ainda esteja em marcha lenta no Brasil, a ideia já é bastante difundida no exterior. Um processo que o jornalista e fundador do projeto Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, estima que, por aqui, levará ainda uns dez anos até que as informações sobre o trânsito se expandam e sejam compartilhadas no mesmo nível dos serviços e das atividades culturais hoje presentes na internet.
Dimenstein é um dos palestrantes do Seminário Meio Ambiente e Cidadania 2014 – Equações para o caos da mobilidade urbana, que será realizado na próxima sexta-feira, no Cine Theatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte. O evento é promovido pelo Hoje em Dia e chega à 12º edição.
Tecnologia
Gilberto falará sobre exemplos que fazem a diferença e apontam caminhos para o futuro sustentável das cidades e como a educação e a criatividade podem ajudar. Segundo ele, aplicativos para celulares como o Waze, compartilhamento de caronas e carros, a localização de ônibus, solicitação de táxis e de serviços urbanos podem ajudar, e muito, a vida do cidadão.
O fundador do Catraca Livre afirma que, no Brasil, ainda poucos usam essas tecnologias. “Não é todo mundo que tem um celular e ainda mais um smartphone. Mapear a cidade é um conceito novo”, afirma.
Para Dimenstein, o compartilhamento de caronas e carros, por exemplo, é uma boa solução, assim como informações culturais e de serviços. “Precisamos criar uma cidade inteligente”, disse.
O seminário também trará a segunda edição do concurso de melhor artigo sobre o evento. A participação é aberta a todos os universitários matriculados em faculdades mineiras. O melhor trabalho será publicado em um caderno especial do Hoje em Dia, com circulação em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Por: Danilo Emerich / Mobilize - 27/05/2014
Uma das soluções para o caos da mobilidade urbana pode passar pelas redes sociais. Embora ainda esteja em marcha lenta no Brasil, a ideia já é bastante difundida no exterior. Um processo que o jornalista e fundador do projeto Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, estima que, por aqui, levará ainda uns dez anos até que as informações sobre o trânsito se expandam e sejam compartilhadas no mesmo nível dos serviços e das atividades culturais hoje presentes na internet.
Dimenstein é um dos palestrantes do Seminário Meio Ambiente e Cidadania 2014 – Equações para o caos da mobilidade urbana, que será realizado na próxima sexta-feira, no Cine Theatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte. O evento é promovido pelo Hoje em Dia e chega à 12º edição.
Tecnologia
Gilberto falará sobre exemplos que fazem a diferença e apontam caminhos para o futuro sustentável das cidades e como a educação e a criatividade podem ajudar. Segundo ele, aplicativos para celulares como o Waze, compartilhamento de caronas e carros, a localização de ônibus, solicitação de táxis e de serviços urbanos podem ajudar, e muito, a vida do cidadão.
O fundador do Catraca Livre afirma que, no Brasil, ainda poucos usam essas tecnologias. “Não é todo mundo que tem um celular e ainda mais um smartphone. Mapear a cidade é um conceito novo”, afirma.
Para Dimenstein, o compartilhamento de caronas e carros, por exemplo, é uma boa solução, assim como informações culturais e de serviços. “Precisamos criar uma cidade inteligente”, disse.
O seminário também trará a segunda edição do concurso de melhor artigo sobre o evento. A participação é aberta a todos os universitários matriculados em faculdades mineiras. O melhor trabalho será publicado em um caderno especial do Hoje em Dia, com circulação em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
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