http://www.mobilize.org.br/noticias/6424/solucao-para-mobilidade-urbana-pode-passar-pelas-redes-sociais.html
Por: Danilo Emerich / Mobilize - 27/05/2014
Uma das soluções para o caos da mobilidade urbana pode passar pelas
redes sociais. Embora ainda esteja em marcha lenta no Brasil, a ideia já
é bastante difundida no exterior. Um processo que o jornalista e
fundador do projeto Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, estima que, por
aqui, levará ainda uns dez anos até que as informações sobre o trânsito
se expandam e sejam compartilhadas no mesmo nível dos serviços e das
atividades culturais hoje presentes na internet.
Dimenstein é um dos palestrantes do Seminário Meio Ambiente e
Cidadania 2014 – Equações para o caos da mobilidade urbana, que será
realizado na próxima sexta-feira, no Cine Theatro Brasil Vallourec, em
Belo Horizonte. O evento é promovido pelo Hoje em Dia e chega à 12º
edição.
Tecnologia
Gilberto falará sobre exemplos que fazem a diferença e apontam
caminhos para o futuro sustentável das cidades e como a educação e a
criatividade podem ajudar. Segundo ele, aplicativos para celulares como o
Waze, compartilhamento de caronas e carros, a localização de ônibus,
solicitação de táxis e de serviços urbanos podem ajudar, e muito, a vida
do cidadão.
O fundador do Catraca Livre afirma que, no Brasil, ainda poucos usam
essas tecnologias. “Não é todo mundo que tem um celular e ainda mais um
smartphone. Mapear a cidade é um conceito novo”, afirma.
Para Dimenstein, o compartilhamento de caronas e carros, por exemplo,
é uma boa solução, assim como informações culturais e de serviços.
“Precisamos criar uma cidade inteligente”, disse.
O seminário também trará a segunda edição do concurso de melhor
artigo sobre o evento. A participação é aberta a todos os universitários
matriculados em faculdades mineiras. O melhor trabalho será publicado
em um caderno especial do Hoje em Dia, com circulação em 5 de junho, Dia
Mundial do Meio Ambiente.
- Início
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- 1º Fórum 2014.2 !!!
- 2º Fórum 2014.2!!!
quinta-feira, 29 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
Aniversário de Caruaru tem protesto e abertura do São João terá outro
http://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/noticia/2014/05/aniversario-de-caruaru-tem-protesto-e-abertura-do-sao-joao-tera-outro.html
No Agreste pernambucano, durante a solenidade dos 157 anos de Caruaru, comemorado neste domingo (18), professores municipais protestaram para pedir salários adequados ao piso e melhores estruturas na educação. As cerimônias ocorreram no Marco Zero e na Igreja de Nossa Senhora da Conceição com a presença do prefeito José Queiroz (PDT), do vice Jorge Gomes (PSB), do governador João Lyra Nerto (PSB) e de deputados e outras autoridades. Segundo Fred Santiago, representante da Associação dos Trabalhadores em Educação do município (Atec), mais uma manifestação será realizada na abertura do São João, junto a mototaxistas, feirantes e outras categorias.
"O movimento dos professores já tem mais de um ano em função do PCC
[Plano de Cargos e Carreiras], nós tivemos 82 dias de greve e o prefeito
não sinalizou de modo algum para conversar com a categoria. Isso
motivou nossa vinda até aqui porque é a única forma de chegar perto
dessas autoridades, na tentativa de sensibilizá-las, para que prefeito,
governador e deputados olhem com mais responsabilidade pra educação de
Caruaru", explicou Fabiano Andrade, da Atec. Sobre as ações dos
docentes, o prefeito disse que "interessa a comemoração do aniversário
da cidade e a expressão de 340 mil pessoas, por isso mesmo, queremos
falar apenas as coisas positivas, dos nossos antepassados (...). As
outras coisas ficam por conta da comunidade, do julgamento, do juízo de
valor de cada um".
O prefeito ressaltou a presença do governador, filho do município. "Motivo de sobra para que celebremos ainda mais com o coração este momento que Caruaru nos propicia e que o povo de Pernambuco assiste", declarou. Lyra Neto falou de como é chegar em Caruaru no momento atual. "Eu já fui prefeito durante oito anos e aqui estava nesta igreja, aqui é o Marco Zero da minha cidade, aqui começou nossa história e a da nossa feira. E chegar aqui como governador do estado, além de ser uma alegria muito grande, é uma honra muito grande, porque é da trajetória política da minha família. E nós chegamos ao cargo mais alto do estado de Pernambuco e tudo isso eu devo ao povo de Caruaru".
A abertura do São João ocorrerá no dia 31 de maio e para a data é programada a manifestação chamada "A Avenida É Nossa". O evento é organizado pela Cooperativa dos Mototaxistas do Agreste (Coopermoto Agreste) em parceria com professores, feirantes e pessoas que desejam protestar contra a Copa do Mundo. Juntos, eles pedem melhorias nas respectivas áreas e pretendem reunir cinco mil pessoas.
A reivindicação dos mototaxistas é direcionada à Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (Destra), que "precisa tomar uma posição definitiva sobre a fiscalização: ou regulariza todo mundo ou todos ficam sem [placas especiais, coletes, adesivos, dentre outras identificações], porque o número de ilegais vem crescendo. Se escolher deixar como está, nosso departamento jurídico vai entrar com ação para que cada mototaxista seja indenizado em R$ 35 mil", afirma o presidente da Coopermoto Agreste, André Santiago.
No Agreste pernambucano, durante a solenidade dos 157 anos de Caruaru, comemorado neste domingo (18), professores municipais protestaram para pedir salários adequados ao piso e melhores estruturas na educação. As cerimônias ocorreram no Marco Zero e na Igreja de Nossa Senhora da Conceição com a presença do prefeito José Queiroz (PDT), do vice Jorge Gomes (PSB), do governador João Lyra Nerto (PSB) e de deputados e outras autoridades. Segundo Fred Santiago, representante da Associação dos Trabalhadores em Educação do município (Atec), mais uma manifestação será realizada na abertura do São João, junto a mototaxistas, feirantes e outras categorias.
O prefeito ressaltou a presença do governador, filho do município. "Motivo de sobra para que celebremos ainda mais com o coração este momento que Caruaru nos propicia e que o povo de Pernambuco assiste", declarou. Lyra Neto falou de como é chegar em Caruaru no momento atual. "Eu já fui prefeito durante oito anos e aqui estava nesta igreja, aqui é o Marco Zero da minha cidade, aqui começou nossa história e a da nossa feira. E chegar aqui como governador do estado, além de ser uma alegria muito grande, é uma honra muito grande, porque é da trajetória política da minha família. E nós chegamos ao cargo mais alto do estado de Pernambuco e tudo isso eu devo ao povo de Caruaru".
Instituição que representa mototaxistas organiza o
novo protesto. (Foto: Reprodução/ TV Asa Branca)
Movimento 'A Avenida É Nossa'novo protesto. (Foto: Reprodução/ TV Asa Branca)
A abertura do São João ocorrerá no dia 31 de maio e para a data é programada a manifestação chamada "A Avenida É Nossa". O evento é organizado pela Cooperativa dos Mototaxistas do Agreste (Coopermoto Agreste) em parceria com professores, feirantes e pessoas que desejam protestar contra a Copa do Mundo. Juntos, eles pedem melhorias nas respectivas áreas e pretendem reunir cinco mil pessoas.
A reivindicação dos mototaxistas é direcionada à Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (Destra), que "precisa tomar uma posição definitiva sobre a fiscalização: ou regulariza todo mundo ou todos ficam sem [placas especiais, coletes, adesivos, dentre outras identificações], porque o número de ilegais vem crescendo. Se escolher deixar como está, nosso departamento jurídico vai entrar com ação para que cada mototaxista seja indenizado em R$ 35 mil", afirma o presidente da Coopermoto Agreste, André Santiago.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Políticas para a mobilidade: está mais do que na hora
http://www.mobilize.org.br/noticias/6279/arte-tecnica-e-politica-para-a-mobilidade.html
Por: Marcos de Souza/ Mobilize- 30/04/2013
Reportagem publicada pelo jornal O Povo,
de Fortaleza, na semana passada, mostra que a doença do trânsito maluco
já se espalhou por todas as capitais do Brasil e especialmente no
Nordeste, região que hoje vive uma grande onda de crescimento, com suas
oportunidades e armadilhas.
Por enquanto, as novas metrópoles parecem estar repetindo o trinômio apartamento-carro-shopping, que abriu espaço exagerado para o automóvel e afastou as pessoas das ruas. E, de forma geral, a resposta das autoridades tem sido o investimento maciço na abertura de novas vias, alargamento de avenidas e a construção de viadutos e pontes, solução que apenas adia ou transfere os congestionamentos para outros lugares, ou tempos. Como se sabe, o congestionamento volta. Mais forte, com violência, ruidoso, a pedir mais e mais espaço.
A matéria fortalezense acerta ao recomendar que as pessoas busquem o caminho da convivência e da gentileza urbana nas ruas, entre pedestres, ciclistas e condutores de veículos motorizados. Faltou apenas apontar a necessidade urgente de mudar a direção dos investimentos públicos para obras que tragam benefícios também públicos: corredores de ônibus, trens e veículos sobre trilhos, metrôs, sistemas de barcos, ciclovias e calçadas.
Os enganos do modelo urbano importado da América do Norte - condomínios fechados, distantes dos centros, acessíveis apenas por automóveis - se mostram plenamente no bairro de Alphaville, na Grande São Paulo, hoje às voltas com enormes desafios de mobilidade e segurança. Os problemas foram tema de um seminário realizado ha alguns dias, com a presença de urbanistas, especialistas em transportes e gestores públicos, todos em busca de soluções para a região.
Longe dos gabinetes, as respostas positivas estão nascendo de iniciativas individuais, ou de pequenas organizações, como os estudantes de Porto Alegre, que pretendem adesivar os ônibus da cidade para estimular o usos do transporte público. Ou os "parklets", vagas vivas que ocupam as laterais das ruas com pequenas instalações para abrigar (e reunir) pessoas, tal como os implantados em São Paulo por iniciativa do Instituto Mobilidade Verde e agora oficializados pela prefeitura da capital paulista.
Enfim, as boas práticas já estão nas ruas, na história das cidades, no desejo das pessoas. E há que combinar uma ação técnica, de desenho, de projeto, com ações políticas, que rompam o imobilismo (perdão pelo trocadilho) dos gestores públicos.
Por: Marcos de Souza/ Mobilize- 30/04/2013
Por enquanto, as novas metrópoles parecem estar repetindo o trinômio apartamento-carro-shopping, que abriu espaço exagerado para o automóvel e afastou as pessoas das ruas. E, de forma geral, a resposta das autoridades tem sido o investimento maciço na abertura de novas vias, alargamento de avenidas e a construção de viadutos e pontes, solução que apenas adia ou transfere os congestionamentos para outros lugares, ou tempos. Como se sabe, o congestionamento volta. Mais forte, com violência, ruidoso, a pedir mais e mais espaço.
A matéria fortalezense acerta ao recomendar que as pessoas busquem o caminho da convivência e da gentileza urbana nas ruas, entre pedestres, ciclistas e condutores de veículos motorizados. Faltou apenas apontar a necessidade urgente de mudar a direção dos investimentos públicos para obras que tragam benefícios também públicos: corredores de ônibus, trens e veículos sobre trilhos, metrôs, sistemas de barcos, ciclovias e calçadas.
Os enganos do modelo urbano importado da América do Norte - condomínios fechados, distantes dos centros, acessíveis apenas por automóveis - se mostram plenamente no bairro de Alphaville, na Grande São Paulo, hoje às voltas com enormes desafios de mobilidade e segurança. Os problemas foram tema de um seminário realizado ha alguns dias, com a presença de urbanistas, especialistas em transportes e gestores públicos, todos em busca de soluções para a região.
Longe dos gabinetes, as respostas positivas estão nascendo de iniciativas individuais, ou de pequenas organizações, como os estudantes de Porto Alegre, que pretendem adesivar os ônibus da cidade para estimular o usos do transporte público. Ou os "parklets", vagas vivas que ocupam as laterais das ruas com pequenas instalações para abrigar (e reunir) pessoas, tal como os implantados em São Paulo por iniciativa do Instituto Mobilidade Verde e agora oficializados pela prefeitura da capital paulista.
Enfim, as boas práticas já estão nas ruas, na história das cidades, no desejo das pessoas. E há que combinar uma ação técnica, de desenho, de projeto, com ações políticas, que rompam o imobilismo (perdão pelo trocadilho) dos gestores públicos.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Especialista fala sobre desafios do poder público em comunicação e marketing
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/diario-da-redacao/noticia/2014/02/especialista-fala-sobre-desafios-do-poder-publico-em-comunicacao-e-marketing-4426344.html
Por Dorvalino Furtado Filho - 20/02/2014
Por Dorvalino Furtado Filho - 20/02/2014
"As empresas públicas estão
submetidas a intensos desafios pelas fortes e rápidas mudanças advindas
da inevitável transição de sociedade industrial para uma sociedade de
informação, o que torna ainda mais prementes as modificações nas suas
estruturas a fim de atender demandas diárias e prioritárias para a
imagem institucional. Já é realidade que não há uma consciência forte do
cidadão-contribuinte, que, aliás, deveria fiscalizar mais a aplicação
dos recursos públicos.
Nesse contexto, o conceito de marketing público ajuda os poderes e se sustenta na programação de uso de seus instrumentos, considerando sempre que a legitimidade da administração pública em comunicação e marketing depende do atendimento das necessidades e dos desejos da sociedade. Caso contrário, se abre um espaço, que já é comum, para o questionamento da razão de ser do próprio governo ou de suas instituições no país.
Por outro lado, a comunicação e/ou marketing de instituições do governo devem ser sistematizadas a fim de que cada projeto tenha linguagem e identidade próprias. Assim, um plano de comunicação e marketing público precisa agregar uma marca ou um traço fundamental que desenhe de maneira transparente e com bases morais os contornos de suas ações primordiais e necessárias.
Pode-se dizer, portanto, que na democracia as gestões dependem grandemente da eficiência de uma propaganda política muito bem projetada e, sobretudo, honesta pelos meios de comunicação. Que cumpram esse papel preponderante, sempre com a convicção filosófica de que é preciso vender o "chiado da fritura e não o bife". Os administradores e legisladores que optarem pela inovação na comunicação pública — começando pela extrema valorização da cultura – já começam a mostrar a verdadeira identidade ao dar o primeiro passo para um diferencial."
Nesse contexto, o conceito de marketing público ajuda os poderes e se sustenta na programação de uso de seus instrumentos, considerando sempre que a legitimidade da administração pública em comunicação e marketing depende do atendimento das necessidades e dos desejos da sociedade. Caso contrário, se abre um espaço, que já é comum, para o questionamento da razão de ser do próprio governo ou de suas instituições no país.
Por outro lado, a comunicação e/ou marketing de instituições do governo devem ser sistematizadas a fim de que cada projeto tenha linguagem e identidade próprias. Assim, um plano de comunicação e marketing público precisa agregar uma marca ou um traço fundamental que desenhe de maneira transparente e com bases morais os contornos de suas ações primordiais e necessárias.
Pode-se dizer, portanto, que na democracia as gestões dependem grandemente da eficiência de uma propaganda política muito bem projetada e, sobretudo, honesta pelos meios de comunicação. Que cumpram esse papel preponderante, sempre com a convicção filosófica de que é preciso vender o "chiado da fritura e não o bife". Os administradores e legisladores que optarem pela inovação na comunicação pública — começando pela extrema valorização da cultura – já começam a mostrar a verdadeira identidade ao dar o primeiro passo para um diferencial."
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Marketing digital é a palavra-chave para se atingir o público-alvo
Por Artur Cesar, Manaus - 15/09/2013
Um
alto executivo do Google relatou em recente conferência realizada em
Toronto, no Canadá, que tinha recebido uma ligação de um usuário
conhecido reclamando que toda vez que acessava seu computador era
bombardeado com propaganda de produtos e serviços relacionadas a bebês. O
espanto era porque ele estava separado e vivia apenas com a filha
adolescente em casa. Um verdadeiro absurdo, dizia o desavisado pai. A
filha já buscava informações sobre os cuidados com o futuro rebento
antes de ter dado a notícia ao futuro vovô.
Este é um bom exemplo de como a quarta onda da Internet
já é uma realidade e também uma importante aliada das empresas que
querem atingir seu público-alvo de forma mais rápida e eficaz. “O Google
vai conhecer você tão bem que será possível prever o que você quer
antes mesmo de você buscar”, prevê o empresário amazonense Marco Cabral,
responsável pelo único escritório da WSI na região Norte do País. A
empresa é uma gigante mundial no setor de marketing digital avançado,
atualmente com 1.500 unidades instaladas, em 87 países. No Brasil ela
chegou há três anos, em Manaus há apenas 18 meses.
“O Google é uma empresa de tecnologia
e a WSI é uma empresa que viabiliza essa tecnologia para as empresas”,
explica Cabral. Toda essa estrutura busca utilizar um conhecimento
global para se obter um resultado local. "O
marketing digital é a plataforma que hoje obtém os melhores resultados,
mais que o tradicional (rádio, TV, jornal). Hoje as pessoas passam mais
tempo do seu dia na frente de um computador”, afirma o empresário, que
faz questão de observar que isso não representa o fim do marketing
tradicional.
De
acordo com Marco Cabral, que participou da Conferência Global da WSI,
em Toronto, no final de agosto, outra vantagem da mídia digital é que as
empresas conseguem mensurar a objetividade das campanhas e entender o
comportamento de seu público-alvo, otimizando o serviço prestado. “O marketing
digital também tem uma grande vantagem: quando o cliente sente
necessidade e busca pelo teu serviço, você aparece como solução naquela
hora”, afirma o diretor-presidente da unidade Amazonas da WSI.
Ondas de invasão
Um
dos pontos destacados por executivos do Google durante a conferência em
Toronto, foram as quatro ondas da Internet: a primeira com o surgimento
dos websites; a segunda com o aparecimento das redes sociais; a
terceira com o uso do mobile, smartphones e tablets. Hoje vivemos as
consequências do tsunami da Big Data. Todo o acesso a rede mundial de
computadores gera informações, que podem ser direcionadas para antever
desejos e até ações. Próximo da ficção científica,
como no longa “Minority Report” com o astro Tom Cruise, a polícia dos
EUA, por exemplo, já consegue prever o porcentual de chances que
determinada pessoa tem de cometer um crime. Trazer isso para a realidade
do mercado de negócios é uma arma poderosa na conquista e fidelização
de clientes. O sucesso pode estar a um clique, literalmente.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Democracia digital: internet e participação
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/pagina/democracia-digital.html
As manifestações que ganharam o país em junho mostraram a importância da internet na mobilização das massas. O tempo passou, e ficou a dúvida: será que as ferramentas da democracia digital têm efetividade? No Brasil, essa nova forma de participação engatinha, mas pesquisadores afirmam que seu futuro é promissor.
Por Juliana Bublitz - 17/12/2013

Imagine poder escolher o prefeito de sua cidade pela internet ou participar de um plebiscito sem sair de casa, direto do celular, tablet ou do computador pessoal. Ficção? Na Suíça, há uma década, a cena faz parte do cotidiano, mas ainda é uma exceção. Por aqui, a chamada democracia digital dá os primeiros passos - com alguns tropeços - rumo a essa nova forma de participação política.
Apesar das dificuldades, pesquisadores são unânimes ao afirmar que o caminho é longo, mas irreversível. A web e suas ferramentas têm potencial para assumir o papel outrora desempenhado pela praça pública de Atenas - berço da democracia, onde as decisões eram tomadas sem intermediários - e dar uma nova cara ao sistema.
- Estamos em uma posição única para iniciar essa transformação. Pela primeira vez, em quase todo o continente latino-americano, a democracia não é apenas um intervalo entre ditaduras, e já temos a primeira geração formada nesse novo contexto - avalia Pedro Abramovay, mestre em Direito e diretor da Open Society Foundations para a America Latina.
Avanço das ferramentas virtuais exige cuidados
Mas a mudança não é um processo simples e traz uma série de dúvidas, a começar pelo risco de elitização, já que o acesso à internet ainda é restrito. Isso sem falar nas incertezas quanto ao uso dela. Os abaixo-assinados virtuais, por exemplo, sequer têm validade jurídica, porque as assinaturas das petições carecem de certificação.
- Não há dúvidas de que a evolução é positiva, mas é preciso que seja cercada de cuidados. Do contrário, grupos de interesses podem acabar falando em nome da sociedade, o que nem sempre é bom. Além disso, sem um controle sobre o local e o momento do voto, sempre há o perigo de uma volta do coronelismo em versão online - pondera o professor de Direito da Informática da UFRGS, Cesar Santolim.
As manifestações que ganharam o país em junho mostraram a importância da internet na mobilização das massas. O tempo passou, e ficou a dúvida: será que as ferramentas da democracia digital têm efetividade? No Brasil, essa nova forma de participação engatinha, mas pesquisadores afirmam que seu futuro é promissor.
Por Juliana Bublitz - 17/12/2013
Imagine poder escolher o prefeito de sua cidade pela internet ou participar de um plebiscito sem sair de casa, direto do celular, tablet ou do computador pessoal. Ficção? Na Suíça, há uma década, a cena faz parte do cotidiano, mas ainda é uma exceção. Por aqui, a chamada democracia digital dá os primeiros passos - com alguns tropeços - rumo a essa nova forma de participação política.
Apesar das dificuldades, pesquisadores são unânimes ao afirmar que o caminho é longo, mas irreversível. A web e suas ferramentas têm potencial para assumir o papel outrora desempenhado pela praça pública de Atenas - berço da democracia, onde as decisões eram tomadas sem intermediários - e dar uma nova cara ao sistema.
- Estamos em uma posição única para iniciar essa transformação. Pela primeira vez, em quase todo o continente latino-americano, a democracia não é apenas um intervalo entre ditaduras, e já temos a primeira geração formada nesse novo contexto - avalia Pedro Abramovay, mestre em Direito e diretor da Open Society Foundations para a America Latina.
Avanço das ferramentas virtuais exige cuidados
Mas a mudança não é um processo simples e traz uma série de dúvidas, a começar pelo risco de elitização, já que o acesso à internet ainda é restrito. Isso sem falar nas incertezas quanto ao uso dela. Os abaixo-assinados virtuais, por exemplo, sequer têm validade jurídica, porque as assinaturas das petições carecem de certificação.
- Não há dúvidas de que a evolução é positiva, mas é preciso que seja cercada de cuidados. Do contrário, grupos de interesses podem acabar falando em nome da sociedade, o que nem sempre é bom. Além disso, sem um controle sobre o local e o momento do voto, sempre há o perigo de uma volta do coronelismo em versão online - pondera o professor de Direito da Informática da UFRGS, Cesar Santolim.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Apresentação Plano de Produto/ Marketing 2013.2
Foi desenvolvido pelos alunos da turma 2013.2 trabalho de criação de produto/serviço junto a elaboração do plano de marketing, os quais tiveram como base o tema "Mobilidade Urbana" para desenvolverem seus trabalhos. A apresentação do plano de produto aconteceu no dia 05 de Novembro 2013 no Campus Caruaru- UPE.
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