segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A falsa ideia de que precisamos de líder para tudo

http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/carreiraevida/2013/07/03/a-falsa-ideia-de-que-precisamos-de-lider-para-tudo/

Por: Carlos Faccina - 03/07/2014

 


Nenhum grande movimento social vem do nada. Aparece como um cometa e desaparece sem deixar ao menos algo da sua calda brilhante. Suas sementes estão por aí, espalhadas, e germinam em terreno fértil, como por exemplo, no de junho de 2013, após a fagulha das mazelas da mobilidade urbana.
A panela de pressão era alimentada por um conjunto de fatores, hoje óbvios para quem acompanhou e se manifestou na onda que tomou as ruas das principais cidades do país. A indignação explodiu em ressentimento, uma das formas mais duras de expressar os sentimentos. Movimentos de massa, que contam com a participação de milhares de pessoas, não são passíveis de controle ou direcionamento.
O coletivo é o líder.
Há muito tempo escrevo, penso e contraponho minha energia e experiência contra essa “mania de líder”. É falsa ideia de que, para tudo, precisamos de líder. A busca incessante por contratar líderes, por formar e desenvolvê-los, superou, no caso empresarial, o mais importante: formar ideais que mobilizam grupos – uma idéia líder. Muitos movimentos nascem espontâneos e, de repente, ganham espaço como a manifestação de uma coletividade. Seguem para o espaço público com a aprovação da maioria. Dão voz ao sentimento comum, à desconfiança até então calada. Não têm um dono (embora muitos tentem rapidamente se apropriar deles), mas muitos.
Nas empresas, pode acontecer o mesmo.
A revolta e indignação diante dos disparates diários e abusos são combustíveis a espera de uma faísca. A mesma faísca pode incandescer uma boa ideia, movida por um sentimento coletivo por desenvolvimento e sucesso. E aí você verá todos cantando um hino, mesmo que a música institucional cesse ao final do protocolo corporativo.
Um boa ideia e a indignação são coisas profundamente humanas, projetam-se além das nossas pessoalidades e nos lideram com eficiência e objetividade. Uma boa ideia não precisa de um líder para negociá-la. Ela é inegociável quando liderada pela força da indignação.
Na empresa, um boa ideia é objetivo integrador, é o mote líder em torno do qual juntam-se os talentosos, os competentes e os que empreendem.
Numa sociedade democrática, a imagem do líder é a renovação constante, não a concentração do poder, causa básica da corrupção. Numa empresa, a democracia está no potencial de criatividade que redunda em ideias factíveis. No Brasil, a força-líder da indignação coloca em prática o que pensa e espera a sociedade brasileira dos seus representantes. Que a inspiração contagie as empresas em torno de ideais, matéria-prima que forja a ação coletivas.

Carreira Pública em Perigo

http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/carreiraevida/2014/10/27/carreira-publica-em-perigo/

 Por: Carlos Faccina - 27/10/2014

O segredo das democracias é uma burocracia competente, concursada e que atue tecnicamente nos principais assuntos estratégicos do Governo. 
A carreira pública não pertence ao  Governo que,eventualmente,  esteja no poder, ela pertence ao Estado, em suma, pertence aos cidadãos. São eles que pagam os salários merecidos ou não ao “funcionários públicos”. 
Nos países democráticos, que levam a sério essa premissa,  a carreira pública é atrativa e exige sólida formação, afinal são esses funcionários que acabam decidindo os assuntos mais importantes para o sucesso ou o fracasso das políticas públicas, quer de infraestrutura, educação, saúde, etc.
No Brasil, liquidaram a carreira pública, poucos são os setores da atuação dos governos  que se livraram dos denominados “cargos de confiança”. 
Cargos de confiança existem no mundo todo, inclusive nas democracias maduras, adjetivo hoje largamente usado pelos políticos brasileiros para classificar o regime político.
Existe, no entanto,  uma diferença fundamental. Em democracias maduras, em que os cargos de confiança são extremamente limitados e para funções específicas que a burocracia estatal eventualmente não tem condição de suprir as demandas da sociedade. Trata-se, portanto, de exceção e não de regra geral, como ocorre  neste País.
No Brasil, por exemplo, nem o  próprio governo federal tem ideia do número exato de cargos de confiança. Seriam 20.000 cargos, ou mais? 
Não importa,  sendo 20 ou mais, é uma afronta ao bom senso administrativo, visto que a maioria dos cargos, embora exijam  formação, qualificação, são  indicações “políticas”, de apadrinhados. Nenhum órgão público brasileiro escapa dessa praga chamada Cargo de Confiança. 
As nomeações  não têm sido feitas  pela competência ou qualificação – Meritocracia -  mas por razões puramente de amizade, apadrinhamento ou parentesco.
Querer eficiência da máquina estatal com esse “tipo de profissional”, é querer algo que não vai jamais se concretizar, e por uma simples razão:  a maioria dos que ocupam “cargos de confiança” não sabem o mínimo para ocupar posições de decisão que envolvem milhões, bilhões de investimento. Mal preparados, ou mesmo não preparados, acabam tendo um poder usado, muitas vezes, indevidamente.
Por mais paradoxal que possa ser, esses “nomeados” tomam  decisões de natureza estratégica,  que afetam negativamente milhões de brasileiros.
Os resultados de anos  e anos dessa política de nomeações perniciosas acabou por transformar a carreira  pública – estratégica para o desenvolvimento brasileiro –  em “cabides de emprego”. Salvo honrosas exceções, essa prática, quando indiscriminada, leva a resultados desastrosos.
A FGV mantém, há  décadas, um curso de Administração Pública.  Isso quer dizer que a formação ideal existe no Brasil. Resta-nos saber quantos burocratas nomeados, que ocupam posições de destaque na administração estatal, são profissionais qualificados.
Ao invés disso, têm-se   nomeações fora da qualificação, onde Meritocracia é palavrão e não condição básica de atuação.
Os resultados nefastos dessa “política” estão sobejamente divulgados nas publicações  especializadas e na imprensa leiga.
Educação e saúde de baixa qualidade, mau ou inexistente investimento em infraestrutura, falta de confiança dos investidores, empresários inseguros e economia instável e em jogo: esse é o quadro que o Brasil enfrenta atualmente. 
Todos sabemos que não existe almoço de graça, mas essa prática está saindo muito cara, muito além do que o Brasil pode pagar.




5 dicas para criar uma comunidade engajada

http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/10/5-dicas-para-criar-uma-comunidade-engajada.html

Por: Rafael Farias Teixeira - 24/10/2014

Para criar uma comunidade engajada sua empresa precisa estar disposta a ouvir e a por em prática boas sugestões (Foto: Thinkstock)

O húngaro Peter Arvai foi considerado um louco quando, em 2008, decidiu abrir sua startup em meio a crise financeira global. Hoje o Prezi, ferramenta que permite as pessoas criarem e compartilharem apresentações, tem mais de 45 milhões de usuários pelo mundo – 1,5 milhão apenas no Brasil, o mercado com o crescimento mais acelerado dentro da empresa.
Atualmente, o Prezi deixou de ser um recurso buscado avidamente por executivos e empreendedores que querem melhorar suas apresentações. A ferramenta estendeu seu alcance para a educação e para o dia a dia de muitas pessoas.
Em março desse ano, Arvai se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para oficializar a participação de Prezi no programa Connected, doando mais de US$ 100 milhões em licenças para instituições de ensino do país.
“As melhores características da humanidade são refletidas nas ideias que compartilhamos. Nós queremos ser a ferramenta que permite isso”, afirma Arvai, que visitou o Brasil pela primeira vez nesta semana. O empreendedor veio ao país para anunciar a parceria com a Soap, maior consultoria de apresentações da América Latina. Com o acordo, Prezi visa fortalecer sua participação no mercado de apresentações corporativas e se firmar cada vez mais nesse nicho.
A viagem também foi uma oportunidade para o empreendedor conhecer a comunidade brasileira de usuários. Encontros como esses são parte importante do sucesso do Prezi. “É com outras pessoas que você realmente aprende novas formas de compartilhar ideias”, diz.
Parte da atuação da startup com sua comunidade de usuários é a figura do embaixador, selecionado para ajudar iniciantes ou transmitir informações sobre novas usabilidades da ferramenta. O número de embaixadores do Prezi já se aproxima de 100. No Brasil, há dois membros oficiais, mas há planos para aumentar esse número, já que o país é um dos cinco maiores mercados da startup no mundo. São Paulo, por exemplo, possui mais usuários do que qualquer cidade americana.
Arvai deu algumas dicas de como você pode construir uma comunidade tão forte quanto a do Prezi. Confira:
1. Tudo começa pela mentalidade. Você precisa entender que há um grupo de pessoas que usa seu produto e quer interagir com sua marca. Para criar um relacionamento, você terá que estar disponível e disposto a escutar.
2. Você precisa ir onde sua comunidade está e não o contrário. Isso significa utilizar os principais canais de comunicação em que você tenha detectado a presença de usuários.
3. Não tema usar novas tecnologias. Segundo Arvai, não há ferramenta que eles não tenham tentado usar para se comunicar com seus usuários.
4. Crescer com sua comunidade significa ouvir o que ela tem para dizer e por em prática sugestões. Isso pode parecer difícil, porque sua empresa provavelmente receberá muitas ideias, algumas delas muito boas. Tente priorizar aquelas que causarão maior impacto e não se esqueça de reconhecer a participação de todos.
5. Comunidade é uma experiência compartilhada. Você precisa fazer com que todos se sintam parte do mesmo grupo, dos mesmos objetivos. Por isso eventos e encontros, mesmo que realizados independentemente pelos usuários, devem ser valorizados. Tente participar de alguns deles, mostre que você está presente.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Estudo revela os novos perfis da população brasileira

http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/estudo-revela-os-novos-perfis-da-populacao-brasileira/93161/

Redação, administradores.com, 30 de setembro de 2014, às 12h25.

A Serasa Experian anuncia hoje o mais completo estudo de segmentação já realizado no Brasil sobre a população brasileira acima de 18 anos. O levantamento é um retrato acurado dos perfis que compõe a população do país e vai permitir que empresas, agências e profissionais de marketing, estudiosos e gestores de políticas públicas tenham dados para traçar estratégias e desenvolver serviços e produtos para os diversos grupos que compõe a população brasileira.

O novo Mosaic Brasil é um modelo de segmentação do mercado consumidor brasileiro da Serasa Experian, baseado em dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo de vida. Ele é parte de uma solução global de segmentação Mosaic, que segmenta o mercado consumidor de 29 países. “O novo Mosaic prova que a sociedade não está genericamente dividida apenas em classes A, B, C ou D”, explica o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi. “Essa segmentação é mais complexa e composta de 11 grupos e 40 segmentos considerando uma análise minuciosa de mais de 400 variáveis.”

“O país é extremamente diversificado. Compomos um verdadeiro mosaico de cidadãos.” Segundo ele, tentar compreender uma sociedade tão complexa - na verdade, várias sociedades dentro de vários cenários – demanda um esforço que vai muito além da análise individual e pontual dos dados de renda, condições geográficas, comportamento, cultura, possibilidades locais, política e demais contextos que envolvem cada grupo de brasileiros. “Um primeiro passo é exatamente ter consciência da necessidade de considerar todas essas variáveis. E é isso que o Mosaic proporciona: um quadro-geral, um quebra-cabeça completo, um mosaico. A obra de arte que é o povo brasileiro.”

Veja abaixo a tabela com os 11 grupos e subgrupos e os respectivos percentuais de participação na população brasileira, acima de 18 anos:
 



Esse modelo alia os mais de 25 anos de experiência em segmentação de mercado consumidor da Experian a uma fonte de dados complexa e diversificada composta pela base da Serasa, por fontes públicas, como Censo e PNAD (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e análises de um instituto de pesquisa.

A segmentação do Mosaic Brasil resulta da aplicação de modelos matemáticos e estatísticos que, a partir de mais de 400 variáveis, agrupa segmentos da sociedade que possuem características semelhantes, permitindo descrever e discriminar esses segmentos em termos de estilo de vida, localização, comportamento de consumo e financeiro. Confira no site os resultados completos da pesquisa.

Nesse sentido, o Mosaic Brasil ajuda no processo de definição de público alvo, identificação de cliente mais rentável, composição de mix de produtos para um determinado target, identificação de novos nichos de mercado, definição de modelo de comunicação, entre outros.

Marketing: Os interesses humanos na prática

http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/marketing-os-interesses-humanos-na-pratica/81587/

Por: Samuel Assis    Em: 01/10/2014

 Em meio a tanta idealização do desejo humano, vem uma ciência que com um objetivo diferente se mostra ser mais eficiente: o marketing. Se uma estratégia de marketing funciona, significa que ele conseguiu, de certa forma, gerar ou satisfazer um desejo/necessidade humana em um certo período de tempo. Poderíamos dizer então que marketing pode ser um conjunto de esforços previamente pensado, afim de atingir um público-alvo, para  gerar nele as impressões que servirão ao interesse de quem o praticou, em um dado momento.

Isso pode ser aplicado de inúmeras formas: para vender um produto, ofertar um serviço, marketing pessoal, político, intelectual, moral, conseguir fiéis, etc...

Ao longo da história vimos o povo defender qualquer tipo de regime totalitário em troca de saúde, educação e segurança por exemplo, desde fascismo, nazismo até ditaduras socialistas. Sempre existiu uma grande campanha de marketing ideológico em favor do interesse desses grupos, e como acredito que a condição humana não muda nada por que nos  “modernizamos”, há uma tendência do povo de apoiar regimes semelhantes no futuro.

Atualmente, podemos perceber a aplicação do marketing pessoal ao entrar no facebook e ver pessoas defendendo causas (por exemplo), geralmente se utilizando de chavões que já passam ao remetente uma imagem prefixada de ideias presentes em atmosferas de discussão, prejudicando a própria capacidade de pensamento. Hoje todos choram a fome da África e esquecem a pessoa que está ao seu lado. As pessoas já possuem a palavra “ética” na ponta da língua, já não dá mais para acreditar em quem se diz ético. Parece que entram numa luta do “bem” contra o “mal” e com isso ganham mais curtidas. São tempos de vaidade.

Claro que muitas pessoas estão atentas a isso (nem sempre de forma consciente) e conseguem criar armas em favor do seu interesse sendo ele bom ou ruim. Muito se poderia aprender com o estudo do marketing como ciência, tendo como fundo a ideia de Nietzsche sobre vontade de potência.

A vontade de poder ou potência é o estudo das forças (instintos, por exemplo: comer) onde cada uma dessas forças busca sua  auto-expansão (dominação). Em meio a isso vemos um choque de forças que se relacionam e tentam se adaptar as novas variáveis que vão surgindo. Por exemplo, no passado os homens caçavam animais para sobreviver e assim saiam vitoriosos (dominavam) enquanto alcançavam seu  objetivo, o animal caçado dominava quando conseguia sobreviver e se reproduzir. Empresas concorrentes buscam dominar o mercado e “eliminar” o concorrente. Com esse pensamento, sempre encontramos um interesse por trás de nossas ações.

O marketing, mais que um processo, pode nos dar os sintomas práticos necessários para estudos sobre o nosso comportamento, nossos interesses, nossa condição humana, inclusive do ponto de vista evolutivo da espécie.


Neuromarketing sobre uma visão global

http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/neuromarketing-sob-uma-visao-global/81649/

Por: Rafael Casagrande     Em: 04/10/2014

O Neuromarketing tem sua ação subjetiva dentre as percepções do consumidor e é aí que está a “mágica”, simplesmente por transcender um bocado dos 4 P’s e os demais métodos tradicionais, (em hipótese alguma irrelevantes, ou dispensáveis) que são o “arroz com feijão” de qualquer profissional da área. Mas, se tratando do Comércio Exterior e mercado global - que flui sob um aspecto de contrastes culturais, sociais e econômicos.

A Neurociência aplicada ao desenvolvimento de um produto a ser exportado para a China, por exemplo: dá jogo? Considerando-a como algo exato, dá. Claro que dá. Morando em Cingapura no ano passado, eu convivia com o mercado “frenético” e o comércio desenfreado do Sudoeste Asiático. Diariamente era recepcionado pelos bombardeios publicitários do país, entre serviços e bens de consumo. Sim, os chineses sabem vender. Ainda que a população oriental possua uma característica um tanto conservadora na sua maioria, lá, eles agradam desde o público alternativo da Geração X e Y, até aos mais conservadores. Tem produto "neuromarketizado" pra todo mundo.

E funciona. Não é redundância afirmar que toda àquela miscigenação de Malásia, China e Índia juntas, que formam a população, possui um dos mercados que mais usufruem do Neuromarketing, seja através dos “Brainstormings” indianos, ou pela filosofia de vida dos chineses – ainda que as empresas chinesas tenham seu foco voltado à produtos e preços – a conclusão que tive foi de que usam a ferramenta de modo muito eficaz no mercado, pois Cingapura é um dos países mais consumistas do mundo. E esses dados parecem atrair cada vez mais a percepção do consumidor, principalmente dos que estiverem “dispostos a precisar” de alguma coisa.

Gostam de cores, cheiros, luzes fluorescentes, além de tudo que o Neuromarketing for capaz de perceber sobre o conceito de necessidade dos “xing-lings” e afins. Talvez o mix utilizado não seja apenas sob os pilares do Marketing, mas também das etnias que se tornam um tanto excêntricas ao ponto de “acertarem em cheio” para entrarem na mente do consumidor de modo tão efetivo.

Lamentavelmente, o Brasil ainda engatinha no Comércio Exterior e, se tratando do que teríamos de alcance com as exportações no mercado asiático ou qualquer um desse mundo, convém a nós o entusiasmo do desafio: Largar as fraldas e o medo de adentrar no mercado internacional, para tentar entender não só o cérebro do consumidor local e, sim, todo o contraste de um modo mais subjetivo, para que nosso produto brasileiro tão declarado de orgulho, assim entre pela porta da frente do estrangeiro e não permaneça na prateleira por oferta, mas por demanda. (Ou que pelo menos permaneça através de uma comunicação assertiva, na mesma “harmonia de marketing” do local em que o nosso tupiniquim estiver sendo ofertado.)