http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/especialista-em-marketing-em-transportes-comenta-sobre-acoes-transporte-coletivo-em-goiania-13748/
Por: Walacy Neto em 27/08/2014
As ações apresentadas durante o Fórum de Mobilidade, que aconteceu em 26/08/2014, foram pensadas com base nas teorias do marketing 3.0 que coloca valores sociais como o
ponto principal para as empresas. O especialista em Marketing em
Transporte e responsável pelos trabalhos de divulgação do Pacto
Metropolitano Pelo Transporte Coletivo, Roberto Sganzerla, apresentou ao
Jornal Opção Online as novidades para o setor e como os entes públicos e privados mudaram sua visão em relação à população.
Durante sua palestra, chamada de Novo Marketing aplicado ao
transporte público, Roberto explicou que antigamente o produto estava no
centro das atenções do marketing, mas com as mudanças mundiais o
cenário foi se tornando mais ‘humano’. Atualmente, o centro das atenções
são os valores, ou seja, a sustentabilidade e a melhor qualidade de
vida da população. “Atualmente os fornecedores não vendem mais produtos,
mas sim experiências.”
O marketeiro explicou que os projetos do Pacto, que propõe melhorias
na qualidade do transporte público em Goiânia — como por exemplo a
implantação de câmeras nos veículos, monitoramento em tempo real via
internet e aumento no número de ônibus — são baseados na
“experimentação”. De acordo com Roberto, é necessário o olhar dos
políticos estarem voltados para a mobilidade urbana. “Hoje em dia a
profissão de motorista é considerada uma profissão verde, ou seja, uma
profissão sustentável. Quando a gente prioriza o coletivo contra o
individual a gente está pensando em mobilidade urbana de qualidade”,
disse.
Roberto também afirmou a importância que a atenção dos setores
empresariais tem para a situação do transporte público. “Eles enxergaram
a importância da mobilidade urbana e isso é fundamental para uma
mudança real. As empresas precisam abraçar essa causa que atinge a todos
os setores”, declarou.
Recentemente, a sociedade começou a enxergar os conceitos de
desenvolvimento sustentável e a partir disso um novo conceito ganhou as
discussões por todo o mundo: a cidade para pessoas. As manifestações que
surgiram a partir dessa nova ideia estão ligadas ao desenvolvimento
sustentável da cidade, como por exemplo, a criação de espaços públicos
para o lazer, diversidade de opções de transporte e outros.
- Início
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- 2012- Ação Educativa "Consumo Consciente - Compre essa ideia"
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- 2013.1 - 2º Fórum de Discussão
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- 2014.1 - 2º Fórum de Discussão
- 1º Fórum 2014.2 !!!
- 2º Fórum 2014.2!!!
domingo, 21 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
Importância das redes sociais em estratégias de marketing digital
http://www.sidneyrezende.com/noticia/228524+importancia+das+redes+sociais+em+estrategias+de+marketing+digital
Por: Mattheus Rocha em 04/05/2014
As redes sociais mudaram a forma como as pessoas se relacionam com o mundo. Foram as interações sociais na pré-história que proporcionaram ao ser humano a evolução de sua espécie e, consequentemente, de seu modelo de comunicação. Das redes sociais primitivas à tecnologia que temos atualmente, vieram o
Ou seja, a formação de opinião hoje em dia não vem mais exclusivamente de veículos de comunicação. O estilo de vida de grupos de pessoas com interesses semelhantes não vem mais exclusivamente de marcas de moda, por exemplo. As pessoas que eram antes meros receptores passivos de informação hoje estão se tornando - ou já se tornaram - formadores de opinião, utilizando plataformas como blogs, perfis no Twitter, ou simplesmente interagindo em páginas de empresas, marcas, políticos e artistas, por exemplo.

Como as marcas estão se posicionando nesta nova realidade e utilizando as redes sociais em campanhas de marketing digital
Analisando este cenário de mudança comportamental, o investimento em internet é o que mais cresce no setor publicitário. De acordo com pesquisa de mercado da Nielsen, divulgada em janeiro deste ano, a propaganda na web apresentou crescimento de 32,4% em 2013, no mundo todo. Comparativamente, a televisão recebeu 58% do valor total investido, mas a internet tem um nível muito maior de crescimento e a expectativa é que mantenha um nível de investimento e presença cada vez maior.
Não é à toa que o Facebook, por exemplo, divulgou que seu lucro líquido no quarto trimestre de 2013 foi de US$ 523 milhões, US$ 459 milhões a mais em comparação ao mesmo período de 2012. Estes números demonstram que campanhas de marketing digital e links patrocinados em sites de redes e mídias sociais, como Facebook, LinkedIn e YouTube, por exemplo, e sites buscadores, como Google e Bing, entre outros, deixaram de ser uma aposta, para ser fundamentais em estratégias de publicidade e marketing.
Paralelamente a isso, a integração entre mídias vem ganhando cada vez mais força, como, por exemplo, quando uma campanha utiliza recursos midiáticos que se complementam. Quem nunca reparou em anúncios na televisão exibidos com cortes, com uma chamada para o YouTube ou para o site da empresa? "Assista ao vídeo completo na internet". Um exemplo recente é a campanha em vídeo da Nike, que tem até a participação especial do Hulk em uma lúdica partida de futebol envolvendo os melhores jogadores da atualidade. E já há empresas que investem mais em anúncios no Facebook do que em campanhas em jornais impressos.
Como medir o resultado de campanhas nas redes sociais?
A maior vantagem do marketing digital, ou internet marketing, é o poder de mensuração de campanhas e análise de ROI (retorno sobre o investimento). Com o uso de ferramentas como o Google Analytics, por exemplo, além de saber a origem e a quantidade da audiência proveniente da internet, qualidade e experiência de navegação em blogs, sites institucionais, portais de notícias e lojas virtuais, também é possível medir a quantidade de geração de leads e conversões (pedidos de orçamento, download de aplicativos, assinatura de newsletter, venda de produtos etc.), rentabilidade e lucro.
Existem funcionalidades específicas para analisar estes tipos de dados, entre elas:
- Metas de conversão: ao definir os objetivos de um website, é possível cadastrá-los como metas no Google Analytics, possibilitando a verificação da origem de uma venda de produto, por exemplo, entre outras informações relevantes.
- Conversões assistidas: também é possível saber por quais mídias o internauta passou antes de fazer uma compra ou efetuar determinado objetivo, caso não tenha realizado a conversão em uma primeira visita.
- URLs parametrizadas: por intermédio do Google URL Builder, e possível criar parâmetros nas URLs utilizadas em campanhas específicas, a fim de analisar dados no Google Analytics separadamente por cada campanha (anúncios em redes sociais, e-mail marketing etc.).
Utilizar ferramentas de análise e mensuração é fundamental para obter bons resultados em campanhas de marketing digital, pois desta forma é possível saber que ações oferecem melhor retorno, assim como é essencial antes da implementação das atividades operacionais a definição de objetivos, estratégia e planejamento. Portanto, o melhor caminho a se seguir ao investir em campanhas de marketing na internet, seja você um empreendedor, um artista, um político, uma pequena empresa ou uma grande marca, é trabalhar com os seguintes passos:
Definição de objetivos à Planejamento estratégico (que ações serão utilizadas para atingir os objetivos definidos) à Atividades operacionais (execução das ações) à Mensuração (medir os resultados de cada campanha) à Análise (definir o retorno sobre o investimento das campanhas, o que deu certo e o que deu errado) à Reciclagem (renovar a estratégia e otimizar as campanhas, de modo com que o negócio seja sustentável e ofereça rentabilidade e lucro).
Mudança de comportamento dos usuários de redes sociais
A forma de consumo está mudando. Para conquistar o público almejado é preciso oferecer conteúdo de extrema qualidade, informativo, interativo, e não simplesmente bombardeá-lo com propagandas intrusivas e de serviços e produtos aleatórios. A maior vantagem em campanhas nas redes sociais é a segmentação de público. Utilizando o Facebook Ads, por exemplo (links patrocinados no Facebook), é possível definir um target e comunicar diretamente com pessoas que gostem de páginas e assuntos relativos aos serviços e produtos que você pretende divulgar.
Além disso, é possível entender o comportamento de sua audiência, saber em que horário há mais público online, filtrar que tipo de interação ele tem com sua página, classificar se os comentários são positivos, neutros ou negativos, e, em suma, entender como é a relação das pessoas com sua marca. Análises como estas são fundamentais para se ter sucesso nas redes sociais e, o mais importante: gerar as desejadas conversões. O público das redes sociais não as utiliza mais apenas para se comunicar, distrair, divertir e jogar; ele também consome informação, serviços e produtos!
Por: Mattheus Rocha em 04/05/2014
As redes sociais mudaram a forma como as pessoas se relacionam com o mundo. Foram as interações sociais na pré-história que proporcionaram ao ser humano a evolução de sua espécie e, consequentemente, de seu modelo de comunicação. Das redes sociais primitivas à tecnologia que temos atualmente, vieram o
Facebook
,
Twitter
, LinkedIn, Google Plus, entre outras, que são sites de redes sociais.
E estes sites de redes sociais formaram a vanguarda que alterou
conceitos enraizados, entre eles a separação abismal entre emissor e
receptor de informações, presente historicamente em modelos tradicionais
de comunicação social. A internet evoluiu a relação entre veículos de
comunicação, marcas e consumidor (seja consumidor de informação ou de
produtos). A massa sem rosto para a qual eram direcionadas campanhas de
publicidade e marketing hoje tem rosto, nome e é cada vez mais
heterogênea. Não se pode separar mais os indivíduos da massa.Ou seja, a formação de opinião hoje em dia não vem mais exclusivamente de veículos de comunicação. O estilo de vida de grupos de pessoas com interesses semelhantes não vem mais exclusivamente de marcas de moda, por exemplo. As pessoas que eram antes meros receptores passivos de informação hoje estão se tornando - ou já se tornaram - formadores de opinião, utilizando plataformas como blogs, perfis no Twitter, ou simplesmente interagindo em páginas de empresas, marcas, políticos e artistas, por exemplo.
Como as marcas estão se posicionando nesta nova realidade e utilizando as redes sociais em campanhas de marketing digital
Analisando este cenário de mudança comportamental, o investimento em internet é o que mais cresce no setor publicitário. De acordo com pesquisa de mercado da Nielsen, divulgada em janeiro deste ano, a propaganda na web apresentou crescimento de 32,4% em 2013, no mundo todo. Comparativamente, a televisão recebeu 58% do valor total investido, mas a internet tem um nível muito maior de crescimento e a expectativa é que mantenha um nível de investimento e presença cada vez maior.
Não é à toa que o Facebook, por exemplo, divulgou que seu lucro líquido no quarto trimestre de 2013 foi de US$ 523 milhões, US$ 459 milhões a mais em comparação ao mesmo período de 2012. Estes números demonstram que campanhas de marketing digital e links patrocinados em sites de redes e mídias sociais, como Facebook, LinkedIn e YouTube, por exemplo, e sites buscadores, como Google e Bing, entre outros, deixaram de ser uma aposta, para ser fundamentais em estratégias de publicidade e marketing.
Paralelamente a isso, a integração entre mídias vem ganhando cada vez mais força, como, por exemplo, quando uma campanha utiliza recursos midiáticos que se complementam. Quem nunca reparou em anúncios na televisão exibidos com cortes, com uma chamada para o YouTube ou para o site da empresa? "Assista ao vídeo completo na internet". Um exemplo recente é a campanha em vídeo da Nike, que tem até a participação especial do Hulk em uma lúdica partida de futebol envolvendo os melhores jogadores da atualidade. E já há empresas que investem mais em anúncios no Facebook do que em campanhas em jornais impressos.
Como medir o resultado de campanhas nas redes sociais?
A maior vantagem do marketing digital, ou internet marketing, é o poder de mensuração de campanhas e análise de ROI (retorno sobre o investimento). Com o uso de ferramentas como o Google Analytics, por exemplo, além de saber a origem e a quantidade da audiência proveniente da internet, qualidade e experiência de navegação em blogs, sites institucionais, portais de notícias e lojas virtuais, também é possível medir a quantidade de geração de leads e conversões (pedidos de orçamento, download de aplicativos, assinatura de newsletter, venda de produtos etc.), rentabilidade e lucro.
Existem funcionalidades específicas para analisar estes tipos de dados, entre elas:
- Metas de conversão: ao definir os objetivos de um website, é possível cadastrá-los como metas no Google Analytics, possibilitando a verificação da origem de uma venda de produto, por exemplo, entre outras informações relevantes.
- Conversões assistidas: também é possível saber por quais mídias o internauta passou antes de fazer uma compra ou efetuar determinado objetivo, caso não tenha realizado a conversão em uma primeira visita.
- URLs parametrizadas: por intermédio do Google URL Builder, e possível criar parâmetros nas URLs utilizadas em campanhas específicas, a fim de analisar dados no Google Analytics separadamente por cada campanha (anúncios em redes sociais, e-mail marketing etc.).
Utilizar ferramentas de análise e mensuração é fundamental para obter bons resultados em campanhas de marketing digital, pois desta forma é possível saber que ações oferecem melhor retorno, assim como é essencial antes da implementação das atividades operacionais a definição de objetivos, estratégia e planejamento. Portanto, o melhor caminho a se seguir ao investir em campanhas de marketing na internet, seja você um empreendedor, um artista, um político, uma pequena empresa ou uma grande marca, é trabalhar com os seguintes passos:
Definição de objetivos à Planejamento estratégico (que ações serão utilizadas para atingir os objetivos definidos) à Atividades operacionais (execução das ações) à Mensuração (medir os resultados de cada campanha) à Análise (definir o retorno sobre o investimento das campanhas, o que deu certo e o que deu errado) à Reciclagem (renovar a estratégia e otimizar as campanhas, de modo com que o negócio seja sustentável e ofereça rentabilidade e lucro).
Mudança de comportamento dos usuários de redes sociais
A forma de consumo está mudando. Para conquistar o público almejado é preciso oferecer conteúdo de extrema qualidade, informativo, interativo, e não simplesmente bombardeá-lo com propagandas intrusivas e de serviços e produtos aleatórios. A maior vantagem em campanhas nas redes sociais é a segmentação de público. Utilizando o Facebook Ads, por exemplo (links patrocinados no Facebook), é possível definir um target e comunicar diretamente com pessoas que gostem de páginas e assuntos relativos aos serviços e produtos que você pretende divulgar.
Além disso, é possível entender o comportamento de sua audiência, saber em que horário há mais público online, filtrar que tipo de interação ele tem com sua página, classificar se os comentários são positivos, neutros ou negativos, e, em suma, entender como é a relação das pessoas com sua marca. Análises como estas são fundamentais para se ter sucesso nas redes sociais e, o mais importante: gerar as desejadas conversões. O público das redes sociais não as utiliza mais apenas para se comunicar, distrair, divertir e jogar; ele também consome informação, serviços e produtos!
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Neoeleitor definirá as eleições em 2014
http://www.revistawide.com.br/marketing/colunistas/e-o-neoeleitor-quem-definira-as-eleicoes-em-2014
Por: Gabriel Rossi em 22/01/2014
Em 2014 há um diferencial que pode ser decisivo nas urnas de todo Brasil. É a influência mais incisiva de um eleitor renovado, cidadão que está ligado 24 horas por dia e que deixou de ser convencido meramente pela tradicional propaganda eleitoral na televisão e no rádio. Trata-se do neoeleitor - o eleitor moderno, digital e que quer ser surpreendido positivamente e que, cada vez mais, deposita interesse em um "portfólio" restrito de políticos com propostas dinâmicas, visionárias e criativas.
O Brasil tem aproximadamente 130 milhões de eleitores e o acesso à rede mundial de computadores já ultrapassou os 100 milhões de brasileiros. Os números são expressivos e, por si só, já mostram a importância da web para quem deseja se eleger. Mas não é só no tamanho que a internet importa, mesmo porque nas últimas eleições já havia dezenas de milhões de pessoas plugadas em computadores. É também na nova maneira de relacionamento entre as pessoas. Hoje, não há dúvida, as tecnologias digitais acabaram com a "conversa vertical" entre candidato e eleitor.
Antes, o candidato propunha e o eleitor aceitava ou não. Hoje, o dono do voto quer muito mais. Ele se coloca em uma "conversa horizontal" com o candidato. Se o candidato propõe a construção de casas, o eleitor quer saber onde, com qual gasto, como. Se aparece uma promessa de mais qualidade na área da saúde, a preocupação de quem recebe a mensagem é saber se será com a construção de novos hospitais e na contratação de profissionais qualificados ou se é meramente uma proposta sem planejamento.
Os políticos precisam reaprender a forma de ganhar votos. Agora, devem caminhar lado a lado com o eleitor. Quem deseja ter sucesso na campanha precisa ser humilde, não somente na aparência. O eleitor conhece mais de internet do que os candidatos ou os partidos. As "marcas" políticas não podem menosprezar este conhecimento e devem apresentar novas formas de comunicação. Aquele velho processo de perfis em redes sociais nada traz de novo e só obtém êxito com quem tem predisposição a votar no candidato.
Se o político já tem bandeiras fincadas, precisa arrancá-las e mudar. Não é uma indicação, claro, para o candidato ser volátil. Mas ele precisa, sim, viver em constante movimento, precisa ser dinâmico. Se o internauta pergunta via web, precisa de uma resposta cabível, longe do padrão de "respostas prontas". O eleitor precisa ser surpreendido.
Estão os políticos preparados para o neoeleitor? Resposta clara: a maioria não.
Por: Gabriel Rossi em 22/01/2014
Em 2014 há um diferencial que pode ser decisivo nas urnas de todo Brasil. É a influência mais incisiva de um eleitor renovado, cidadão que está ligado 24 horas por dia e que deixou de ser convencido meramente pela tradicional propaganda eleitoral na televisão e no rádio. Trata-se do neoeleitor - o eleitor moderno, digital e que quer ser surpreendido positivamente e que, cada vez mais, deposita interesse em um "portfólio" restrito de políticos com propostas dinâmicas, visionárias e criativas.
O Brasil tem aproximadamente 130 milhões de eleitores e o acesso à rede mundial de computadores já ultrapassou os 100 milhões de brasileiros. Os números são expressivos e, por si só, já mostram a importância da web para quem deseja se eleger. Mas não é só no tamanho que a internet importa, mesmo porque nas últimas eleições já havia dezenas de milhões de pessoas plugadas em computadores. É também na nova maneira de relacionamento entre as pessoas. Hoje, não há dúvida, as tecnologias digitais acabaram com a "conversa vertical" entre candidato e eleitor.
Antes, o candidato propunha e o eleitor aceitava ou não. Hoje, o dono do voto quer muito mais. Ele se coloca em uma "conversa horizontal" com o candidato. Se o candidato propõe a construção de casas, o eleitor quer saber onde, com qual gasto, como. Se aparece uma promessa de mais qualidade na área da saúde, a preocupação de quem recebe a mensagem é saber se será com a construção de novos hospitais e na contratação de profissionais qualificados ou se é meramente uma proposta sem planejamento.
Os políticos precisam reaprender a forma de ganhar votos. Agora, devem caminhar lado a lado com o eleitor. Quem deseja ter sucesso na campanha precisa ser humilde, não somente na aparência. O eleitor conhece mais de internet do que os candidatos ou os partidos. As "marcas" políticas não podem menosprezar este conhecimento e devem apresentar novas formas de comunicação. Aquele velho processo de perfis em redes sociais nada traz de novo e só obtém êxito com quem tem predisposição a votar no candidato.
Se o político já tem bandeiras fincadas, precisa arrancá-las e mudar. Não é uma indicação, claro, para o candidato ser volátil. Mas ele precisa, sim, viver em constante movimento, precisa ser dinâmico. Se o internauta pergunta via web, precisa de uma resposta cabível, longe do padrão de "respostas prontas". O eleitor precisa ser surpreendido.
Estão os políticos preparados para o neoeleitor? Resposta clara: a maioria não.
Público curioso, público exigente
http://www.revistawide.com.br/marketing/colunistas/publico-curioso-publico-exigente
Por: Bruno Rodrigues em 01/07/2013
Na seara do Marketing de Conteúdo o trabalho sempre deve começar por quem não tem dúvida em consumir uma informação - se o usuário sabe onde ela está ou se é exatamente o que ele procura, são efeitos colaterais, parte do jogo. Neste caso, o impulso de consumir não se discute.
E quando o usuário se depara com um conteúdo e nada garante sua atenção? Ou um usuário está ali apenas para comparar informações? Ambas são situações que, aparentemente, não estão nas mãos do produtor de conteúdo. Em teoria, nada pode ser feito: como incutir vontade ao usuário, afinal - Ele deseja ou não uma informação, e ponto final.
Ponto final, uma vírgula!
Entre as principais tarefas do Marketing de Conteúdo está justamente a de provocar o usuário, criar desejos, estimular o consumo. Estamos falando de Marketing, afinal, não é?
Seja em sites, portais ou redes, a vontade do usuário precisa ser trabalhada.
Diferentemente dos perfis de conteúdo definido e conteúdo indefinido, os perfis de conteúdo aberto e conteúdo por comparação merecem mais tempo, raciocínio, ações. São espectros amplos em demasia ou restritos em excesso para se apostar apenas nos atributos de uma informação. Há que suar, portanto.
Atenção a cada uma das características destes perfis - note que, apesar de serem polos opostos, há semelhanças entre os dois:
Conteúdo aberto
É um erro grave pensar que um usuário sem rumo é alvo fácil para um conteúdo. Por não ter noção de que a informação existe, não há espaço para estratégia alguma ? afinal, como trabalhar um possível 'cliente' se ele não sabe onde está a 'loja', muito menos o 'produto'?
Há uma distância muito grande entre boa vontade e vontade, e o vácuo que se forma entre um usuário e um conteúdo pode ser fatal.
Por isso clarear a existência de uma informação é essencial. Trabalhe arduamente a indexação do conteúdo para que o trabalho de SEO não seja em vão; invista tempo pensando, repensando e testando a arquitetura da informação do site; aposte em links patrocinados e nas diversas modalidades inteligentes de publicidade digital.
Não há como gostar de alguém - ou algo, como um conteúdo - se nunca houve o mínimo contato, seja real ou virtual. Parece óbvio dizer isso, mas muitas marcas criam conteúdos fantásticos e apostam apenas em seus atributos e no boca a boca das redes para torná-los visíveis. Não há branding que garanta o sucesso de um conteúdo em um ambiente infinito e naturalmente caótico como o digital, apenas porque ele existe.
Contudo, executar a tarefa de clarear uma informação sem embutir no trabalho as ferramentas certas para despertar o desejo de consumo do conteúdo é desperdiçar tempo e dinheiro; é como decorar uma matéria no colégio quando o objetivo é entendê-la.
Por isso, carregue bem as suas ações de visibilidade com os atributos da informação a ser trabalhada. Embuta neste trabalho os porquês da informação ser interessante e útil. O desejo é criado a partir daí, do estalo que surge entre o racional dos 'porquês' e o emocional do 'não posso viver sem'.
Conteúdo por comparação
'A grama do vizinho é sempre mais verde', diz o ditado, não é? Agora, imagine esta mesma situação vivenciada a distância: você não mora lá, está pensando em comprar uma casa, e ambos os gramados são passíveis de crítica. Há a opção de comprar qualquer uma das casas. Você não é o vizinho da direita, nem o da esquerda, está acima da disputa, e por isso não há controle da situação. Você é quem manda.
Assim é o comportamento do usuário que só irá se envolver com um conteúdo quando tiver analisada a informação por todos os lados, checado um a um seus atributos, comparado todos os defeitos e qualidades com um conteúdo semelhante.
O que parece ser uma situação limitada apenas à informação como produto propriamente dito - um usuário compara dois aparelhos de Blu-ray em sites concorrentes, por exemplo -, extrapola e muito o espaço do acirrado e-commerce e invade o campo de todo tipo e formato de informação.
Hoje, o usuário compara tudo, o que vai da notícia de um portal ao conteúdo institucional de um site de empresa, do dado que veio do blog às informações do facebook e do twitter. Sobrevive quem for mais preciso, acurado, sedutor, tudo isso junto, sem privilegiar um aspecto outro.
Ser comparado e sair vencedor é uma tarefa de muitas faces, e nessa batalha muitas vezes travada em questões de segundos (tendo como arma o Google), não resta nem sombra para um segundo lugar.
Ao conteúdo, diga: 'dê tudo de si'. Revire-o, explore suas qualidades, explicite suas vantagens até estressar e trabalhe a objetividade até deixá-lo em 'carne viva'. Vista-o para a batalha, portanto.
Por: Bruno Rodrigues em 01/07/2013
Na seara do Marketing de Conteúdo o trabalho sempre deve começar por quem não tem dúvida em consumir uma informação - se o usuário sabe onde ela está ou se é exatamente o que ele procura, são efeitos colaterais, parte do jogo. Neste caso, o impulso de consumir não se discute.
E quando o usuário se depara com um conteúdo e nada garante sua atenção? Ou um usuário está ali apenas para comparar informações? Ambas são situações que, aparentemente, não estão nas mãos do produtor de conteúdo. Em teoria, nada pode ser feito: como incutir vontade ao usuário, afinal - Ele deseja ou não uma informação, e ponto final.
Ponto final, uma vírgula!
Entre as principais tarefas do Marketing de Conteúdo está justamente a de provocar o usuário, criar desejos, estimular o consumo. Estamos falando de Marketing, afinal, não é?
Seja em sites, portais ou redes, a vontade do usuário precisa ser trabalhada.
Diferentemente dos perfis de conteúdo definido e conteúdo indefinido, os perfis de conteúdo aberto e conteúdo por comparação merecem mais tempo, raciocínio, ações. São espectros amplos em demasia ou restritos em excesso para se apostar apenas nos atributos de uma informação. Há que suar, portanto.
Atenção a cada uma das características destes perfis - note que, apesar de serem polos opostos, há semelhanças entre os dois:
Conteúdo aberto
É um erro grave pensar que um usuário sem rumo é alvo fácil para um conteúdo. Por não ter noção de que a informação existe, não há espaço para estratégia alguma ? afinal, como trabalhar um possível 'cliente' se ele não sabe onde está a 'loja', muito menos o 'produto'?
Há uma distância muito grande entre boa vontade e vontade, e o vácuo que se forma entre um usuário e um conteúdo pode ser fatal.
Por isso clarear a existência de uma informação é essencial. Trabalhe arduamente a indexação do conteúdo para que o trabalho de SEO não seja em vão; invista tempo pensando, repensando e testando a arquitetura da informação do site; aposte em links patrocinados e nas diversas modalidades inteligentes de publicidade digital.
Não há como gostar de alguém - ou algo, como um conteúdo - se nunca houve o mínimo contato, seja real ou virtual. Parece óbvio dizer isso, mas muitas marcas criam conteúdos fantásticos e apostam apenas em seus atributos e no boca a boca das redes para torná-los visíveis. Não há branding que garanta o sucesso de um conteúdo em um ambiente infinito e naturalmente caótico como o digital, apenas porque ele existe.
Contudo, executar a tarefa de clarear uma informação sem embutir no trabalho as ferramentas certas para despertar o desejo de consumo do conteúdo é desperdiçar tempo e dinheiro; é como decorar uma matéria no colégio quando o objetivo é entendê-la.
Por isso, carregue bem as suas ações de visibilidade com os atributos da informação a ser trabalhada. Embuta neste trabalho os porquês da informação ser interessante e útil. O desejo é criado a partir daí, do estalo que surge entre o racional dos 'porquês' e o emocional do 'não posso viver sem'.
Conteúdo por comparação
'A grama do vizinho é sempre mais verde', diz o ditado, não é? Agora, imagine esta mesma situação vivenciada a distância: você não mora lá, está pensando em comprar uma casa, e ambos os gramados são passíveis de crítica. Há a opção de comprar qualquer uma das casas. Você não é o vizinho da direita, nem o da esquerda, está acima da disputa, e por isso não há controle da situação. Você é quem manda.
Assim é o comportamento do usuário que só irá se envolver com um conteúdo quando tiver analisada a informação por todos os lados, checado um a um seus atributos, comparado todos os defeitos e qualidades com um conteúdo semelhante.
O que parece ser uma situação limitada apenas à informação como produto propriamente dito - um usuário compara dois aparelhos de Blu-ray em sites concorrentes, por exemplo -, extrapola e muito o espaço do acirrado e-commerce e invade o campo de todo tipo e formato de informação.
Hoje, o usuário compara tudo, o que vai da notícia de um portal ao conteúdo institucional de um site de empresa, do dado que veio do blog às informações do facebook e do twitter. Sobrevive quem for mais preciso, acurado, sedutor, tudo isso junto, sem privilegiar um aspecto outro.
Ser comparado e sair vencedor é uma tarefa de muitas faces, e nessa batalha muitas vezes travada em questões de segundos (tendo como arma o Google), não resta nem sombra para um segundo lugar.
Ao conteúdo, diga: 'dê tudo de si'. Revire-o, explore suas qualidades, explicite suas vantagens até estressar e trabalhe a objetividade até deixá-lo em 'carne viva'. Vista-o para a batalha, portanto.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A importância do público-alvo estratégico no marketing digital
http://www.internetinnovation.com.br/blog/marketing/a-importancia-do-publico-alvo-estrategico-no-marketing-digital/
Publicado em: 17/04/2014

Definir um público-alvo é uma das principais etapas no planejamento de qualquer novo negócio. A identificação do segmento que mais oferece oportunidades ao seu empreendimento, além de orientar o posicionamento e atuação da marca no mercado, é extremamente importante para a elaboração das estratégias de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los primeiro.
No momento da definição do target, deve-se ter em mente que o mercado possui diferentes tipos de clientes, cada um com necessidades específicas. A segmentação leva em conta questões como idade, sexo, renda, nível de escolaridade, além dos aspectos geográficos e comportamentais. Desejos, hábitos, preferências e estilo de vida também são analisados para se traçar o perfil do target.
Outro detalhe importante que deve ser considerado: o público-alvo não é somente o consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra. Um fabricante de brinquedos, por exemplo, tem como consumidor final crianças, porém não é com foco apenas nelas que deve desenvolver suas estratégias. Afinal, são os pais os “tomadores de decisão”. Portanto, a elaboração de produtos deve incluir características que agradem os dois perfis.
Um público-alvo bem definido servirá como base para a criação de estratégias de marketing digital. Quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas para a divulgação e posicionamento da marca na web – redes sociais, SEO, Google Adwords, E-mail Marketing –, é imprescindível conhecer bem o target das ações. Um dos maiores problemas de campanhas realizadas nestes canais é a falta de planejamento e objetividade.
Depois de definir com quem sua marca se comunicará é necessário determinar como será realizada a comunicação. Uma estratégia bastante utilizada para atingir o público de maneira assertiva é através da criação de uma persona. Trata-se da personificação do indivíduo que faz parte do grupo identificado como público-alvo da sua marca.
As características da persona são definidas através de um questionário: Qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, gostos, preferências? Suas preocupações? E suas expectativas? Como é o comportamento dele(a)? A diferença entre o target e a persona, é que, no segundo caso, trata-se de uma personagem fictício, criado para “sintetizar” o perfil geral do público.
A criação desta personagem facilita o desenvolvimento de conteúdo, campanhas e estratégias em diferentes tipos de canais. Além disso, as chances de que seu público se identifique e interaja com sua marca serão muito maiores.
Publicado em: 17/04/2014
Definir um público-alvo é uma das principais etapas no planejamento de qualquer novo negócio. A identificação do segmento que mais oferece oportunidades ao seu empreendimento, além de orientar o posicionamento e atuação da marca no mercado, é extremamente importante para a elaboração das estratégias de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los primeiro.
No momento da definição do target, deve-se ter em mente que o mercado possui diferentes tipos de clientes, cada um com necessidades específicas. A segmentação leva em conta questões como idade, sexo, renda, nível de escolaridade, além dos aspectos geográficos e comportamentais. Desejos, hábitos, preferências e estilo de vida também são analisados para se traçar o perfil do target.
Outro detalhe importante que deve ser considerado: o público-alvo não é somente o consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra. Um fabricante de brinquedos, por exemplo, tem como consumidor final crianças, porém não é com foco apenas nelas que deve desenvolver suas estratégias. Afinal, são os pais os “tomadores de decisão”. Portanto, a elaboração de produtos deve incluir características que agradem os dois perfis.
Um público-alvo bem definido servirá como base para a criação de estratégias de marketing digital. Quaisquer que sejam as ferramentas escolhidas para a divulgação e posicionamento da marca na web – redes sociais, SEO, Google Adwords, E-mail Marketing –, é imprescindível conhecer bem o target das ações. Um dos maiores problemas de campanhas realizadas nestes canais é a falta de planejamento e objetividade.
Depois de definir com quem sua marca se comunicará é necessário determinar como será realizada a comunicação. Uma estratégia bastante utilizada para atingir o público de maneira assertiva é através da criação de uma persona. Trata-se da personificação do indivíduo que faz parte do grupo identificado como público-alvo da sua marca.
As características da persona são definidas através de um questionário: Qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, gostos, preferências? Suas preocupações? E suas expectativas? Como é o comportamento dele(a)? A diferença entre o target e a persona, é que, no segundo caso, trata-se de uma personagem fictício, criado para “sintetizar” o perfil geral do público.
A criação desta personagem facilita o desenvolvimento de conteúdo, campanhas e estratégias em diferentes tipos de canais. Além disso, as chances de que seu público se identifique e interaja com sua marca serão muito maiores.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Apresentação Plano de Produto/Serviço - 2014.1
Foram apresentados no dia 03/07/2014 os planos de produto/serviço, juntamente com o plano de marketing, dos alunos do 3º Período/ 2014.1 do curso de Administração da Universidade de Pernambuco - Campus Caruaru. As apresentações tiveram como tema base o "Marketing Público" e propuseram melhorias nos serviços públicos oferecidos na região.
domingo, 6 de julho de 2014
PNUD analisa impacto de índice de desenvolvimento municipal na gestão pública brasileira
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/onu-unic-rio/2014/04/25/pnud-analisa-impacto-de-indice-de-desenvolvimento-municipal-na-gestao-publica-brasileira.htm
Postado em 25/04/2014 às 10:26
Para avaliar a apropriação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) pela administração pública brasileira e conhecer os seus diferentes usos pela sociedade, a equipe do Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) fez uma análise na internet buscando menções ao índice. O levantamento foi feito por cinco meses, de agosto a dezembro de 2013. Após compilação e análise, os resultados foram apresentados esta semana.
O site do Atlas Brasil 2013, onde estão disponíveis o IDHM dos municípios brasileiros, recebeu 5 milhões de acessos nos primeiros meses e foram registradas cerca de 2 mil ocorrências do termo "IDHM" ou similar no período pesquisado. A análise incluiu websites de jornais, revistas e televisão, além de textos e notícias de instituições de pesquisa, organizações locais e de blogs em geral.
Ainda que o levantamento não seja suficiente para compor uma investigação profunda sobre os impactos sociopolíticos do IDHM, ele é capaz de fornecer um panorama geral sobre o alcance do indicador, evidenciar seus usos e ainda revelar a magnitude de seu apelo junto aos gestores locais, estaduais e federais.
Entre a grande quantidade de ocorrências encontradas na web sobre o IDHM, foi selecionada, como objeto de análise, a parcela referente à apropriação do índice pela gestão pública. Foi observado o uso crescente do IDHM como critério de elegibilidade de municípios para o recebimento de programas, recursos ou políticas públicas. O índice também vem sendo usado na elaboração de projetos de lei e como critério na concessão de financiamentos públicos.
O indicador é utilizado tanto nas dimensões abordadas diretamente – longevidade, educação e renda – quanto em outras áreas como infraestrutura, meio ambiente, agricultura, esporte, entre outros, o que indica que o IDHM é considerado como importante "proxy" para medir o nível de desenvolvimento de uma região.
Alguns exemplos são os programas sociais do governo federal como o Mais Médicos e o Mais Professores. Um dos critérios de distribuição dos profissionais destes programas pelos municípios do Brasil é o baixo IDHM.
Postado em 25/04/2014 às 10:26
Para avaliar a apropriação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) pela administração pública brasileira e conhecer os seus diferentes usos pela sociedade, a equipe do Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) fez uma análise na internet buscando menções ao índice. O levantamento foi feito por cinco meses, de agosto a dezembro de 2013. Após compilação e análise, os resultados foram apresentados esta semana.
O site do Atlas Brasil 2013, onde estão disponíveis o IDHM dos municípios brasileiros, recebeu 5 milhões de acessos nos primeiros meses e foram registradas cerca de 2 mil ocorrências do termo "IDHM" ou similar no período pesquisado. A análise incluiu websites de jornais, revistas e televisão, além de textos e notícias de instituições de pesquisa, organizações locais e de blogs em geral.
Ainda que o levantamento não seja suficiente para compor uma investigação profunda sobre os impactos sociopolíticos do IDHM, ele é capaz de fornecer um panorama geral sobre o alcance do indicador, evidenciar seus usos e ainda revelar a magnitude de seu apelo junto aos gestores locais, estaduais e federais.
Entre a grande quantidade de ocorrências encontradas na web sobre o IDHM, foi selecionada, como objeto de análise, a parcela referente à apropriação do índice pela gestão pública. Foi observado o uso crescente do IDHM como critério de elegibilidade de municípios para o recebimento de programas, recursos ou políticas públicas. O índice também vem sendo usado na elaboração de projetos de lei e como critério na concessão de financiamentos públicos.
O indicador é utilizado tanto nas dimensões abordadas diretamente – longevidade, educação e renda – quanto em outras áreas como infraestrutura, meio ambiente, agricultura, esporte, entre outros, o que indica que o IDHM é considerado como importante "proxy" para medir o nível de desenvolvimento de uma região.
Alguns exemplos são os programas sociais do governo federal como o Mais Médicos e o Mais Professores. Um dos critérios de distribuição dos profissionais destes programas pelos municípios do Brasil é o baixo IDHM.
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